<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>institutolukacs</title><description>institutolukacs</description><link>http://www.institutolukacs.com.br/blog</link><item><title>PRORROGAÇÃO DO PRAZO</title><description><![CDATA[<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_119c6adacfb94231a5eb5f98f29d8c51%7Emv2.png"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2019/02/21/PRORROGA%C3%87%C3%83O-DO-PRAZO</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2019/02/21/PRORROGA%C3%87%C3%83O-DO-PRAZO</guid><pubDate>Thu, 21 Feb 2019 12:57:37 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_119c6adacfb94231a5eb5f98f29d8c51~mv2.png"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Estética em Lukács</title><description><![CDATA[Autor: Deribaldo SantosISBN: 978-85-65999-42-7Páginas: 3281ª edição, Instituto Lukács, 2018.Preço: R$ 16,00 + FreteOrelha: O novo livro de Deribaldo Santos, Estética em Lukács: a criação de um mundo para chamar de seu, nos traz uma boa contribuição para o campo estético, demonstrando a riqueza do tema e o fato de que ele ainda tem muito para ser ainda estudado e desenvolvido. O Estética em Lukács é desenvolvido de maneira bem estruturada e sistemática, e, além disso, de modo didático. Outros<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_9c386923d7eb4e109b86872d712129a4%7Emv2.jpeg/v1/fill/w_288%2Ch_441/46e7eb_9c386923d7eb4e109b86872d712129a4%7Emv2.jpeg"/>]]></description><dc:creator>Deribaldo Santos</dc:creator><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2018/11/01/Est%C3%A9tica-em-Luk%C3%A1cs</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2018/11/01/Est%C3%A9tica-em-Luk%C3%A1cs</guid><pubDate>Fri, 07 Dec 2018 18:28:32 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_9c386923d7eb4e109b86872d712129a4~mv2.jpeg"/><div>Autor: Deribaldo Santos</div><div>ISBN: 978-85-65999-42-7</div><div>Páginas: 328</div><div>1ª edição, Instituto Lukács, 2018.</div><div>Preço: R$ 16,00 + Frete</div><div>Orelha: O novo livro de Deribaldo Santos, Estética em Lukács: a criação de um mundo para chamar de seu, nos traz uma boa contribuição para o campo estético, demonstrando a riqueza do tema e o fato de que ele ainda tem muito para ser ainda estudado e desenvolvido. O Estética em Lukács é desenvolvido de maneira bem estruturada e sistemática, e, além disso, de modo didático. Outros temas relacionados acabam por entrar na discussão por imposição do objeto em discussão, como o próprio desenvolvimento histórico da humanidade, de seus períodos primitivos e suas relações com o mundo (que ainda não é seu), até períodos mais avançados de nossa história – mostrando a relação da arte com o desenvolvimento histórico da humanidade. A relação entre arte, ciência e religião; o debate com questões filosóficas de grande importância como (des)antropomorfização e universalidade particularidade-singularidade; o desprendimento da arte e seus primeiros passos, entre outros também muito importantes, como a abordagem de alguns pressupostos para o surgimento da própria arte – são alguns dos temas colocados, instigantes e polêmicos, que o marxismo precisa se aprofundar. Queremos enfatizar que é preciso voltar a estes fundamentos, sobretudo, para enxergar a relação da estética com o que é essencialmente importante para a sobrevivência humana em sociedade. A obra terá bom proveito daqueles que já estão inseridos na discussão da Estética na perspectiva lukácsiana, mas pensamos que não será de distante acesso para o leitor iniciante que se sentir motivado em aprofundar o tema.</div><div>Rafael Albuquerque.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Anuário Lukács 2018</title><description><![CDATA[Autor: Susana Jimenez, Norma Alcantâra (organizadores)ISSN: 2525-3328Páginas: 2881ª edição, Instituto Lukács, 2018.Preço: R$ 6,00 + FreteClique aqui para baixar este livro grátis em PDFOrelha: Com os mesmos propósitos dos Anuários Lukács editados desde o ano de 2014, esta edição de 2018 traz um conjunto de temáticas dentro do universo categorial do pensamento de Marx, Lukács e Mészáros, cumprindo mais uma vez a função social de divulgar conteúdos fundamentais para a crítica ontológica à<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_15d54c51817f41d0aa6d00580d202428%7Emv2.jpeg/v1/fill/w_288%2Ch_440/46e7eb_15d54c51817f41d0aa6d00580d202428%7Emv2.jpeg"/>]]></description><dc:creator>Susana Jimenez, Norma Alcantâra (organizadores)</dc:creator><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2018/11/01/Anu%C3%A1rio-Luk%C3%A1cs-2018</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2018/11/01/Anu%C3%A1rio-Luk%C3%A1cs-2018</guid><pubDate>Thu, 01 Nov 2018 21:29:08 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_15d54c51817f41d0aa6d00580d202428~mv2.jpeg"/><div>Autor: Susana Jimenez, Norma Alcantâra (organizadores)</div><div>ISSN: 2525-3328</div><div>Páginas: 288</div><div>1ª edição, Instituto Lukács, 2018.</div><div>Preço: R$ 6,00 + Frete</div><div>Orelha: Com os mesmos propósitos dos Anuários Lukács editados desde o ano de 2014, esta edição de 2018 traz um conjunto de temáticas dentro do universo categorial do pensamento de Marx, Lukács e Mészáros, cumprindo mais uma vez a função social de divulgar conteúdos fundamentais para a crítica ontológica à barbarização capitalista cotidianamente vivenciada pela humanidade. Na trilha das raízes de uma ontologia verdadeiramente crítica, as reflexões trazidas aos leitores por este Anuário apontam para o necessário entendimento sobre a crise estrutural do capital e suas contradições à luz de uma ontologia marxiana, cujo horizonte se põe na perspectiva de vislumbrar-se teórica e praticamente as possibilidades reais de uma sociedade livre tanto objetiva quanto subjetivamente, sob pena, como aponta Köhler, de estarmos &quot;condenados a nos transformar em pessimistas românticos ou cínicos apologistas do sistema&quot;. Reflexões sobre ciência, linguagem e ontologia também se apresentam nesta edição, inspiradas no legado lukacsiano, bem como sobre a questão racial brasileira e sobre a mercantilização do ensino, suas determinações nos marcos dos interesses de reprodução do capital. Os artigos aqui presentes atentam, de modo direto ou indiretamente, para as variadas formas teórico-práticas de alienação engendradas pelo capitalismo.</div><div>Norma Alcântara</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Introdução a uma Estética Marxista</title><description><![CDATA[Autor: Georg LukácsISBN: 978-85-65999-41-0Páginas: 2721ª edição, Instituto Lukács, 2018.Preço: R$ 8,00 + FreteClique aqui para baixar este livro grátis em PDFOrelha: Tem sido frequente, tanto em discípulos como em adversários, reduzir a estética marxista a uma simples análise sociológica ou historicista das obras de arte, a uma mera explicação (obtida com os métodos do materialismo histórico) da gênese dos fenômenos artísticos. Acredita-se que esta explicação sociológica, através da qual se<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_265e036833194464bd5618967cf8b81b%7Emv2.jpeg/v1/fill/w_288%2Ch_437/46e7eb_265e036833194464bd5618967cf8b81b%7Emv2.jpeg"/>]]></description><dc:creator>Georg Lukács</dc:creator><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2018/11/01/Introdu%C3%A7%C3%A3o-a-uma-Est%C3%A9tica-Marxista</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2018/11/01/Introdu%C3%A7%C3%A3o-a-uma-Est%C3%A9tica-Marxista</guid><pubDate>Thu, 01 Nov 2018 21:24:06 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_265e036833194464bd5618967cf8b81b~mv2.jpeg"/><div>Autor: Georg Lukács</div><div>ISBN: 978-85-65999-41-0</div><div>Páginas: 272</div><div>1ª edição, Instituto Lukács, 2018.</div><div>Preço: R$ 8,00 + Frete</div><div>Orelha: Tem sido frequente, tanto em discípulos como em adversários, reduzir a estética marxista a uma simples análise sociológica ou historicista das obras de arte, a uma mera explicação (obtida com os métodos do materialismo histórico) da gênese dos fenômenos artísticos. Acredita-se que esta explicação sociológica, através da qual se estabelece que tal ou qual artista expressa uma visão do mundo &quot;burguesa&quot; ou &quot;proletária&quot;, constitui o objetivo único da crítica marxista. Abandona-se, assim, mais ou menos inteiramente, a compreensão inter na da estrutura da obra, a determinação das leis sistemáticas que operam no reflexo artístico da realidade. Ora, somente uma tal compreensão permite ao crítico distinguir (para usarmos a expressão de Gramsci) entre uma produção realmente artística e o fruto da atividade de um borra-botas. Esta determinação da estrutura do estético é a tarefa de uma análise fundada nos métodos do materialismo dialético. Tão-somente de uma orgânica integração entre o materialismo histórico e o materialismo dialético pode resultar uma consideração histórico-sistemática (integral) da arte, ou seja, um desenvolvimento superior – porque materialista - da metodologia que Hegel inaugurou e desenvolveu em sua Estética. No interior do pensamento que se reclama de Marx, esta parece ser a característica diferenciadora fundamental de Lukács: ele foi o único, após Lenin, a compreender a fecundidade desta integração e a fazer dela a pedra angular de seu pensamento filosófico, estético e crítico. A utilização do materialismo dialético implica, naturalmente, na aceitação da teoria dialética do reflexo. Esta aceitação marca a passagem definitiva de Lukács para o período de sua maturidade, período no qual - superando a colocação ainda idealista de História e Consciência de Classe – ele elaborou a profunda e duradoura obra que o coloca entre os &quot;clássicos&quot; do marxismo. A estética lukácsiana funda-se precisamente sobre a concepção da arte como modo peculiar do reflexo da realidade objetiva. Mediante a utilização dos princípios do materialismo dialético, Lukács estabelece as características específicas do reflexo estético, pelas quais este se distingue estruturalmente do científico (no interior da unidade fornecida pela comum realidade refletida) e funda sua autonomia e seu específico sistema de leis. A principal destas características, segundo Lukács, reside no lugar central que ocupa na esfera estética a categoria da particularidade (da tipicidade). À análise desta categoria, de sua elaboração histórico-filosófica e de seu papel no reflexo artístico, esta presente na Introdução a uma Estética Marxista, que constitui um prólogo indispensável à completa compreensão de sua monumental Estética, cuja primeira parte (dedicada precisamente à análise da peculiaridade do estético) foi publicada em 1963 e é hoje, em edição espanhola, acessível ao leitor brasileiro. O lançamento de mais uma obra de Lukács em nossa língua apresenta uma especial importância: o conhecimento profundo e sistemático de seu pensamento, sua assimilação criadora à cultura brasileira, o que pode contribuir decisivamente para a erradicação das tendências irracionalistas e vanguardistas de alguns intelectuais &quot;de esquerda&quot;, bem como para a definitiva superação de um velho dogmatismo que obstaculiza o florescimento do autêntico humanismo marxista.</div><div>CARLOS NELSON COUTINHO</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Educação para o Trabalho no Capitalismo: o Projovem como negação da formação humanada</title><description><![CDATA[Autora: Maria Gorete Rodrigues de AmorimISBN: 978-85-65999-44-1Páginas: 2241ª edição, Instituto Lukács, 2018.Preço: R$ 11,00 + FreteClique aqui para baixar este livro grátis em PDFOrelha: O presente livro analisa, à luz do marxismo ontológico, a distinção existente entre a educação para o trabalho, materializada no Programa Nacional de Inclusão de Jovens: Educação, Qualificação e Ação Comunitária (ProJovem) e a educação para a formação humana. No atual contexto, faz-se necessário uma análise<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_9eaceab4129f4eabbf2f7ff7b64d85e9%7Emv2.jpeg/v1/fill/w_288%2Ch_434/46e7eb_9eaceab4129f4eabbf2f7ff7b64d85e9%7Emv2.jpeg"/>]]></description><dc:creator>Maria Gorete Rodrigues de Amorim</dc:creator><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2018/11/01/Educa%C3%A7%C3%A3o-para-o-Trabalho-no-Capitalismo-o-Projovem-como-nega%C3%A7%C3%A3o-da-forma%C3%A7%C3%A3o-humanada</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2018/11/01/Educa%C3%A7%C3%A3o-para-o-Trabalho-no-Capitalismo-o-Projovem-como-nega%C3%A7%C3%A3o-da-forma%C3%A7%C3%A3o-humanada</guid><pubDate>Thu, 01 Nov 2018 21:20:24 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_9eaceab4129f4eabbf2f7ff7b64d85e9~mv2.jpeg"/><div>Autora: Maria Gorete Rodrigues de Amorim</div><div>ISBN: 978-85-65999-44-1</div><div>Páginas: 224</div><div>1ª edição, Instituto Lukács, 2018.</div><div>Preço: R$ 11,00 + Frete</div><div>Orelha: O presente livro analisa, à luz do marxismo ontológico, a distinção existente entre a educação para o trabalho, materializada no Programa Nacional de Inclusão de Jovens: Educação, Qualificação e Ação Comunitária (ProJovem) e a educação para a formação humana. No atual contexto, faz-se necessário uma análise crítica da ação educacional do Estado, que desvele a essência do projeto de educação para o trabalho do capital, destinado a jovens pobres e desempregados e considerados em situação de vulnerabilidade social. O projeto de educação do capital, executado pelo Estado burguês para a classe trabalhadora, distancia-nos cada vez mais das possibilidades de escolha pelo desenvolvimento de um processo educativo da juventude pobre na perspectiva da formação humana.</div><div>Maria Gorete Rodrigues de Amorim</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Mészáros e a crítica ao reformismo da social-democracia ocidental</title><description><![CDATA[Autora: Edvânia MeloISBN: 978-85-65999-43-4Páginas: 1921ª edição, Instituto Lukács, 2018.Preço: R$ 10,00 + FreteClique aqui para baixar este livro grátis em PDFOrelha: A importância da crítica de István Mészáros ao reformismo da socialdemocracia para a compreensão do desvio do movimento socialista da causa da emancipação do trabalho e dos limites das reformas sociais realizadas no sistema do capital pode ser constatada em várias passagens do livro que ora se apresenta. Entender a crítica de<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_5309b18f3e99435cb6de9014721c6a4a%7Emv2.jpeg/v1/fill/w_288%2Ch_441/46e7eb_5309b18f3e99435cb6de9014721c6a4a%7Emv2.jpeg"/>]]></description><dc:creator>Edivânia Melo</dc:creator><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2018/11/01/M%C3%A9sz%C3%A1ros-e-a-cr%C3%ADtica-ao-reformismo-da-social-democracia-ocidental</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2018/11/01/M%C3%A9sz%C3%A1ros-e-a-cr%C3%ADtica-ao-reformismo-da-social-democracia-ocidental</guid><pubDate>Thu, 01 Nov 2018 21:11:01 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_5309b18f3e99435cb6de9014721c6a4a~mv2.jpeg"/><div>Autora: Edvânia Melo</div><div>ISBN: 978-85-65999-43-4</div><div>Páginas: 192</div><div>1ª edição, Instituto Lukács, 2018.</div><div>Preço: R$ 10,00 + Frete</div><div>Orelha: A importância da crítica de István Mészáros ao reformismo da socialdemocracia para a compreensão do desvio do movimento socialista da causa da emancipação do trabalho e dos limites das reformas sociais realizadas no sistema do capital pode ser constatada em várias passagens do livro que ora se apresenta. Entender a crítica de Mészáros ao reformismo da social-democracia ocidental trazendo também a contribuição de Marx e de autores marxistas importantes como Lenin e Rosa Luxemburgo para elucidação do tema é um dos objetivos desse livro. O livro analisa as mudanças fundamentais realizadas no movimento social-democrata ocidental, primeiro a partir de 1875 com a divisão entre revolucionários e reformistas que foi reforçada com o Programa de Gotha, depois a partir de 1914, início da Primeira Guerra Mundial e da capitulação do movimento social-democrata ocidental às demandas do expansionismo nacional burguês. Com a implementação da estratégia reformista de restringir a luta do movimento social-democrata à busca por demandas cotidianas imediatas para os trabalhadores através do parlamento, a luta pelo socialismo vai sendo pouco a pouco abandonada pela social-democracia. A autora reafirma a tese de Mészáros de que as vantagens materiais obtidas por alguns setores da classe trabalhadora dos países avançados somente são oferecidas pelo sistema capitalista nas suas fases de expansão lucrativa, nesse sentido, elas podem ser consideradas concessões conjunturais que dependem do funcionamento tranquilo da acumulação do capital. Isso pôde ser constatado, segundo a autora, a partir de 1970, quando a crise estrutural emerge provocando o bloqueio da expansão dinâmica do capital e trazendo duas graves consequências: 1) a redução das possibilidades dos trabalhadores obterem novas vantagens materiais e 2) a retirada gradativa de direitos e benefícios sociais importantes para o movimento da classe trabalhadora.</div><div>Edivânia Melo</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O Significado da Vida no Sistema do Capital</title><description><![CDATA[Autor: Luciano Accioly Lemos MoreiraISBN: 9788565 999458Páginas: 1281ª edição, Instituto Lukács, 2018.Preço: R$ 8,00 + freteClique aqui para baixar este livro grátis em PDFOrelha: A luta pelo tempo disponível, que se configura no eixo central da revolução socialista, reordenará radicalmente os princípios vitais da sociedade humana e, consequentemente, tudo aquilo que hoje se mostra como algo fundamental para a formação dos indivíduos. A manutenção da vida humana que se concentra no tempo de<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_97529f6feca24189aab49c804c26a21e%7Emv2.jpeg/v1/fill/w_288%2Ch_444/46e7eb_97529f6feca24189aab49c804c26a21e%7Emv2.jpeg"/>]]></description><dc:creator>Luciano Accioly Lemos Moreira</dc:creator><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2018/11/01/O-Significado-da-Vida-no-Sistema-do-Capital</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2018/11/01/O-Significado-da-Vida-no-Sistema-do-Capital</guid><pubDate>Thu, 01 Nov 2018 21:05:10 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_97529f6feca24189aab49c804c26a21e~mv2.jpeg"/><div>Autor: Luciano Accioly Lemos Moreira</div><div>ISBN: 9788565 999458</div><div>Páginas: 128</div><div>1ª edição, Instituto Lukács, 2018.</div><div>Preço: R$ 8,00 + frete</div><div>Orelha: A luta pelo tempo disponível, que se configura no eixo central da revolução socialista, reordenará radicalmente os princípios vitais da sociedade humana e, consequentemente, tudo aquilo que hoje se mostra como algo fundamental para a formação dos indivíduos. A manutenção da vida humana que se concentra no tempo de trabalho necessário terá como parâmetro de sua atividade e de sua razão a produção de meios de produção e de bens de consumo para a garantia e o uso livre pelos indivíduos sociais em sua totalidade, do tempo socialmente disponível/livre, substantivamente igual, tendo como objetivo o enriquecimento diverso, livre, sustentável e amplo dos homens e mulheres em relação à riqueza do cabedal cultural da humanidade.</div><div>Luciano Accioly Lemos Moreira</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>NOTA DE PESAR DO INSTITUTO LUKÁCS AO FALECIMENTO DE ISTVÁN MÉSZÁROS</title><description><![CDATA[É com imensa consternação que o Instituto Lukács recebe a notícia do falecimento do filósofo marxista húngaro István Mészáros. Lamentamos profundamente o falecimento de István Mészáros e vimos a público externar aos parentes, amigos, simpatizantes, colaboradores e público em geral os nossos profundos sentimentos. Nascido em Budapeste na Hungria em 1930, István Mészáros possui uma longeva e profícua história de elaboração intelectual e atuação política. Graduado em Filosofia pela Universidade de<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_a765ce1cc53744cea15a9a710a1b8f55%7Emv2.jpg/v1/fill/w_376%2Ch_500/46e7eb_a765ce1cc53744cea15a9a710a1b8f55%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Instituto Lukács</dc:creator><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2017/12/13/NOTA-DE-PESAR-DO-INSTITUTO-LUK%C3%81CS-AO-FALECIMENTO-DE-ISTV%C3%81N-M%C3%89SZ%C3%81ROS</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2017/12/13/NOTA-DE-PESAR-DO-INSTITUTO-LUK%C3%81CS-AO-FALECIMENTO-DE-ISTV%C3%81N-M%C3%89SZ%C3%81ROS</guid><pubDate>Wed, 13 Dec 2017 13:10:36 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_a765ce1cc53744cea15a9a710a1b8f55~mv2.jpg"/><div> É com imensa consternação que o Instituto Lukács recebe a notícia do falecimento do filósofo marxista húngaro István Mészáros. Lamentamos profundamente o falecimento de István Mészáros e vimos a público externar aos parentes, amigos, simpatizantes, colaboradores e público em geral os nossos profundos sentimentos.</div><div> Nascido em Budapeste na Hungria em 1930, István Mészáros possui uma longeva e profícua história de elaboração intelectual e atuação política. Graduado em Filosofia pela Universidade de Budapeste, tornou-se assistente de George Lukács no Instituto de Estética, doutorando-se em 1954. Após o exílio em 1956, devido à invasão das tropas da União Soviética, lecionou em diversas universidades pela Europa tornando-se uma das principais referências do pensamento marxista contemporâneo.</div><div> Considerado um dos maiores difusores do legado marxiano, Mészáros vinha contribuindo de forma bastante ativa para a crítica do sistema do capital, sempre enfatizando, em sua vasta produção teórica, a indissociável ligação entre economia e política, tão defendida por Marx e Engels. Sua produção teórica, desde o livro Teoria da Alienação em Marx ao livro A Montanha que Devemos Conquistar, passando por obras como Estrutura Social e Formas de Consciência I e II, O Poder da Ideologia e Para Além do Capital – além de inúmeras outras produções de importantíssima relevância – estão indubitavelmente associadas a um projeto político universal que visa a construção de uma sociedade emancipada e livre dos imperativos do capital em todas as formas possíveis nas quais ele pode metamorfosear sua forma de controle. Mészáros em algumas de suas obras mais importantes, como Para Além do Capital e O Poder da Ideologia, realiza uma crítica ao sistema do capital, ao Estado capitalista (e pós-capitalista), à ideologia burguesa, ao reformismo e à forma defensiva (reformista) como o movimento do trabalho vem organizando os seus instrumentos e formas organizacionais de luta desde 1870.</div><div> O legado teórico deixado por Mészáros é, inegavelmente, imprescindível para entendermos o mundo em que vivemos. Um tema em que sua relevância para entender a atualidade fica evidente, e que é uma das suas principais contribuições, é a crise do capital que emerge na década de 1970, e que permanece até hoje. Ele demonstra com detalhes a gravidade dessa crise, suas manifestações mais profundas e sua forma de abrangência e expansão para todas as esferas da sociedade. A crise que emerge desde a década de 1970 se instaura como uma crise estrutural e profunda, e que coloca em risco a sobrevivência da própria humanidade e do planeta. Algumas se suas características fundamentais podem ser resumidas como universal ao afetar todas as esferas particulares da sociedade e não apenas política, econômica, financeira ou comercial; global ao não se limitar a determinado conjunto particular de países; permanente, ao invés de limitada e cíclica como foram as crises antes de 1970; e em um modo de desdobramento rastejante.</div><div> Mészáros, na sua defesa intransigente do projeto socialista, afirma que o movimento do trabalho precisa adotar uma postura ofensiva para além do capital. A necessidade histórica da ofensiva socialista diz respeito à ênfase no fato de que necessitamos instituir mudanças fundamentais na organização e na orientação do movimento socialista. A gravidade da crise em que vivemos nos impulsiona à direção de uma ofensiva estratégica prolongada, caso queiram realizar desde os objetivos sociais mais limitados que se apresentam no cotidiano da vida em sociedade até os objetivos potencialmente globais. Uma genuína postura ofensiva deve, mesmo almejando os objetivos mais limitados, encarar como seu objetivo constante a negação radical desta forma de sociedade sob o comando do capital e a transformação positiva do modo como reproduzimos nossa sociedade em termos globais.</div><div> O Instituto Lukács no seu manifesto de fundação, nos idos de 2012, continua reafirmando que “nesta etapa histórica de aprofundamento da crise estrutural do capital torna-se imprescindível a constituição de mediações fundamentais para o processo de difusão e socialização do legado revolucionário produzido pelos clássicos do marxismo (Marx, Engels e Lenin) e por alguns dos seus intérpretes, especialmente Lukács (em suas obras de maturidade) e Mészáros”. O importante legado teórico de Mészáros faz com que diversos associados do Instituto Lukács venham se dedicando às pesquisas das suas obras, as quais já resultaram em publicações pelo Instituto Lukács.</div><div> A perda de Mészáros reverbera entre seus admiradores pela sua constante generosidade ou pela intelectualidade, mas o que nos emociona é a possibilidade de reverberar principalmente entre os trabalhadores do mundo, para quem, enquanto vivo, dedicou seus últimos esforços. Mészáros, como tantos outros homens que contribuíram positivamente para a história da humanidade, mesmo com a finitude de sua vida, permanece presente, pois seus sonhos e objetivos são legados às gerações futuras que devem perseguir a superação do capital. A divulgação de sua vasta produção teórica é, para todos aqueles que lutam pelo fim da desigualdade social, das classes sociais, do Estado e do capital, uma tarefa necessária para a estratégia socialista. E que esta seja a forma de homenagearmos esse grande pensador socialista, mantendo viva a chama revolucionária em busca da emancipação humana.</div><div>Brasil, 02 de outubro de 2017</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Pensamento Vivido: autobiografia em diálogo</title><description><![CDATA[Autor: Georg Lukács(Coleção Fundamentos)Título original: Gelebtes DenkenISBN: 978-85-65999-34-2Páginas: 2401ª edição, Instituto Lukács, 2017.Preço: R$ 6,50 + FretePensamento Vivido: autobiografia em diálogo é um dos últimos esforços intelectuais de Georg Lukács. A obra em questão é fruto de entrevistas, em forma de colóquios, feitas por Istvàn Eörsi e Erzsébet Vezér no primeiro semestre de 1971. Como toda obra desse grande autor, sua autobiografia segue um roteiro elaborado anteriormente por ele<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_b89ada7a948d4dfebe1129bf225b3b1a%7Emv2.jpg/v1/fill/w_157%2Ch_240/46e7eb_b89ada7a948d4dfebe1129bf225b3b1a%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>IL</dc:creator><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2017/06/05/Pensamento-Vivido-autobiografia-em-di%C3%A1logo</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2017/06/05/Pensamento-Vivido-autobiografia-em-di%C3%A1logo</guid><pubDate>Tue, 06 Jun 2017 00:07:52 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_b89ada7a948d4dfebe1129bf225b3b1a~mv2.jpg"/><div>Autor: Georg Lukács</div><div>(Coleção Fundamentos)</div><div>Título original: Gelebtes Denken</div><div>ISBN: 978-85-65999-34-2</div><div>Páginas: 240</div><div>1ª edição, Instituto Lukács, 2017.</div><div>Preço: R$ 6,50 + Frete</div><div>Pensamento Vivido: autobiografia em diálogo é um dos últimos esforços intelectuais de Georg Lukács. A obra em questão é fruto de entrevistas, em forma de colóquios, feitas por Istvàn Eörsi e Erzsébet Vezér no primeiro semestre de 1971. Como toda obra desse grande autor, sua autobiografia segue um roteiro elaborado anteriormente por ele mesmo contendo os elementos centrais os quais desejava abordar em sua escrita. Contudo, acometido por uma enfermidade que o debilitava em suas forças para o trabalho de escrita dessa obra, propôs-se a elaboração de uma autobiografia em forma de diálogos. Não é rara a elaboração de textos autobiográficos por Lukács em sua produção intelectual, como nos indica J. Chasin, que apresenta tal obra. No entanto, longe de uma atitude narcisista, seu esforço é o de revelar, por meio de sua própria inserção na vida, o peso e as consequências do fazer-se homem do homem no próprio processo histórico. Lukács, em sua autobiografia, revela que nos conectamos com a história por meio daquilo que decidimos e objetivamos na realidade social.</div><div>Pensamento Vivido: autobiografia em diálogo compõe a linha Editorial do Instituto Lukács denominada Coleção Fundamentos. Essa linha propõe-se a publicar obras e textos dos grandes autores do Marxismo e tornar acessível aos seus leitores um pensamento que contribua para a Emancipação Humana.</div><div>Luciano Accioly Lemos Moreira</div><div>Talvanes Eugênio Maceno</div><div>SUMÁRIO</div><div>NOTA EDITORAL.................................................. 7</div><div>APRESENTAÇÃO................................................. 11</div><div>PREFÁCIO........................................................... 17</div><div>DIREITO À ÚLTIMA PALAVRA................................17</div><div>I............................................................................17</div><div>II ..........................................................................19</div><div>III..........................................................................23</div><div>IV..........................................................................24</div><div>V...........................................................................27</div><div>VI..........................................................................30</div><div>VII.........................................................................32</div><div>NOTA DA REDAÇÃO ............................................ 37</div><div>GEORG LUKÁCS FALANDO SOBRE SUA VIDA......37</div><div>PENSAMENTO VIVIDO .........................................39</div><div>I - INFÂNCIA INÍCIO PROFISSIONAL .....................41</div><div>II - GUERRA, REVOLUÇÃO ...................................63</div><div>III - NA EMIGRAÇÃO .............................................95</div><div>IV - DE NOVO NA HUNGRIA..................................147</div><div>V - PENSAMENTO VIVIDO – ROTEIRO..................185</div><div>I. INFÂNCIA E ESCOLA.........................................187</div><div>II – INÍCIOS LITERÁRIOS.......................................191</div><div>III - PERSPECTIVAS NA FILOSOFIA.......................194</div><div>IV - RUMO À MUDANÇA NO DESTINO.....................196</div><div>V – ANOS DE APRENDIZADO DA CONDUTA</div><div>DE VIDA E DO PENSAMENTO.................................203</div><div>VI – AS PRIMEIRAS RUPTURAS..............................206</div><div>VII – ALARGAMENTO DO CAMPO DE CONFLITO ....208</div><div>VIII – TENTATIVAS DE REALIZAÇÃO NA PÁTRIA ....210</div><div>IX – “SOMENTE IDEÓLOGO” ....................................211</div><div>RASCUNHO EM FOLHA À PARTE ........................... 215</div><div>NOTAS BIOGRÁFICAS ........................................... 217</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Anuário Lukács 2017</title><description><![CDATA[Miguel Vedda, Gilmaisa Costa e Norma Alcântara(Organizadores)ISSN: 2525-3328 Páginas: 2401ª edição, Instituto Lukács, 2017.Preço: R$ 6,50 + FreteClique aqui para baixar este livro grátis em PDFO Anuário Lukács continua a desempenhar sua função de reunir anualmente um conjunto de artigos expressivos em relação aos propósitos originalmente definidos pelo conjunto de seus associados, como referências do pensamento que propõe socializar conhecimentos necessários ao entendimento do real, mediante a<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_0def662c82db48c5a3595ee4401145da%7Emv2.jpg/v1/fill/w_157%2Ch_239/46e7eb_0def662c82db48c5a3595ee4401145da%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>IL</dc:creator><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2017/06/05/Anu%C3%A1rio-Luk%C3%A1cs-2017</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2017/06/05/Anu%C3%A1rio-Luk%C3%A1cs-2017</guid><pubDate>Mon, 05 Jun 2017 23:50:29 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_0def662c82db48c5a3595ee4401145da~mv2.jpg"/><div>Miguel Vedda, Gilmaisa Costa e Norma Alcântara</div><div>(Organizadores)</div><div>ISSN: 2525-3328</div><div>Páginas: 240</div><div>1ª edição, Instituto Lukács, 2017.</div><div>Preço: R$ 6,50 + Frete</div><div>O Anuário Lukács continua a desempenhar sua função de reunir anualmente um conjunto de artigos expressivos em relação aos propósitos originalmente definidos pelo conjunto de seus associados, como referências do pensamento que propõe socializar conhecimentos necessários ao entendimento do real, mediante a desmistificação do imediato e o privilegiamento de uma ontologia materialista. Os indivíduos que o pensaram e que o realizam entendem que a crise na atualidade requisita a revisitação de temáticas que possam contribuir para um caminho em direção a uma sociedade emancipada, por meio da superação das desumanidades presentes e com a plena realização da personalidade humana.</div><div>Gilmaisa Costa e Norma Alcântara</div><div>SUMÁRIO</div><div>Apresentação</div><div>Prólogo da obra “Estética”</div><div>György Lukács</div><div>A Particularidade Estética em Lukàcs</div><div>Luciano Accioly Lemos Moreira</div><div>György lukács. Ontología del ser social: el trabajo</div><div>Antonino Infranca e Miguel Vedda</div><div>Trabalho e consciência</div><div>Talvanes Eugênio Maceno</div><div>György Lukács e o desprendimento da religião em face da magia</div><div>Ranieri Carli</div><div>Derrota do reformismo e abandono da crítica da economia política</div><div>Maria Cristina Soares Paniago</div><div>Mulher e emancipação: uma abordagem ontológico-materialista</div><div>Edlene Pimentel e Gilmaisa Costa</div><div>Vida cotidiana, ideologia e alienação em lukács</div><div>Norma Alcântara</div><div>Entrevista com István Mészáros</div><div>J. Chasin, Ester Vaisman, Carlos Eduardo Berriel, Narciso Rodrigues, Ivo Tonet e Sérgio Lessa</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Mészáros e a Crítica à Experiência Soviética</title><description><![CDATA[Maria Cristina Soares Paniago (Organizadora)ISBN: 978-85-65999-35-9Páginas: 3361ª edição, Instituto Lukács, 2017.Preço: R$ 14,00 + FreteClique aqui para baixar este livro grátis em PDFOrelha: A análise histórica sobre a natureza do socialismo, supostamente realizado pelo sistema soviético, necessita de um rigor crítico maior do que aquele que, até o momento, o movimento internacional dos trabalhadores tem demonstrado ser capaz de alcançar.O valor histórico do que se passou na URSS, desde a<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_5e82b7d5d6a04d95a770f4c58552a704%7Emv2.jpg/v1/fill/w_157%2Ch_240/46e7eb_5e82b7d5d6a04d95a770f4c58552a704%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>IL</dc:creator><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2017/06/05/M%C3%A9sz%C3%A1ros-e-a-Cr%C3%ADtica-%C3%A0-Experi%C3%AAncia-Sovi%C3%A9tica</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2017/06/05/M%C3%A9sz%C3%A1ros-e-a-Cr%C3%ADtica-%C3%A0-Experi%C3%AAncia-Sovi%C3%A9tica</guid><pubDate>Mon, 05 Jun 2017 23:24:09 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_5e82b7d5d6a04d95a770f4c58552a704~mv2.jpg"/><div>Maria Cristina Soares Paniago (Organizadora)</div><div>ISBN: 978-85-65999-35-9</div><div>Páginas: 336</div><div>1ª edição, Instituto Lukács, 2017.</div><div>Preço: R$ 14,00 + Frete</div><div>Orelha: A análise histórica sobre a natureza do socialismo, supostamente realizado pelo sistema soviético, necessita de um rigor crítico maior do que aquele que, até o momento, o movimento internacional dos trabalhadores tem demonstrado ser capaz de alcançar.O valor histórico do que se passou na URSS, desde a Revolução Russa até a derrocada final do sistema soviético no início dos anos de 1990, é da maior importância para sermos capazes de resgatar o verdadeiro sentido do socialismo científico, pensado por Marx e Engels desde o século XIX.Nessa linha, da crítica radical e necessária à experiência soviética, trazemos nesta coletânea a contribuição de István Mészáros através de artigos que resgatam aqueles acontecimentos históricos e que abordam os temas fundamentais de sua análise do sistema do capital pós-capitalista (URSS), abordados por ele em seu livro Para Além do Capital - rumo a uma teoria da transição (2002). No século XXI, mais do que nunca, urge a construção de uma alternativa radical ao sistema do capital em profunda e irreversível crise. Todavia, atender a essa necessidade significa enfrentar o desafio histórico de recuperar o sentido de socialismo como emancipação dos trabalhadores de toda forma de exploração, individual ou coletivamente a eles imposta. O socialismo nunca existiu; necessita ser ainda construído de forma genuína. Essa é a conclusão mais valiosa da crítica de Mészáros à experiência soviética, a ser conferida pelo leitor nesta coletânea.</div><div>SUMÁRIO</div><div>Prefácio</div><div>Uma Vitória da qual ainda não nos Recuperamos - A Revolução Russa e o paradoxo da transição interrompida</div><div>Daniel Menezes Delfino</div><div>Capital e Capitalismo: uma Distinção Necessária</div><div>Rafael João Mendonça de Albuquerque</div><div>A Preservação do Trabalho Alienado na União Soviética</div><div>Fernanda Beltrão</div><div>Elementos para uma Crítica do Estado Soviético</div><div>Yessenia Fallas Jiménez</div><div>Burocracia e Estado do Capital Pós-Capitalista</div><div>Maria Cristina Soares Paniago</div><div>Capital e Meio Ambiente: uma Contradição também Vigente na União Soviética</div><div>Luiz Felipe Barros</div><div>O Sistema Soviético e o Reformismo</div><div>Edivânia Melo</div><div>Mészáros e a Transição Para Além Do Capital</div><div>Maurício Gonçalves</div><div>ANEXOS (traduções)</div><div>1.Por que não há Revolta? A Classe Trabalhadora Russa e o</div><div>Movimento Operário</div><div>David Mandel</div><div>2.Rabotyagi – uma visão dos de baixo, após a Perestroika</div><div>(Introdução e Capítulo I)</div><div>David Mandel</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Estética e Crítica Literária: reflexões acerca do pensamento estético em Lukács e Marx</title><description><![CDATA[Andréa Pereira Moraes, Belmira Magalhães e Luciano Accioly Lemos Moreira(Organizadores)ISBN: 978-85-65999-37-3 1. Páginas: 3681ª edição, Instituto Lukács, 2017.Preço: R$ 10,00 + FreteClique aqui para baixar este livro grátis em PDFOrelha: A coletânea em questão alcança dois grandes objetivos: lança um olhar sobre as questões teóricas centrais do jovem e do velho Lukács sobre a estética, e ainda, revela em alguns dos seus artigos a validade e a grandeza desse cabedal teórico na crítica literária.<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_9a814d28a5d74a14a7e47a2e026ec539%7Emv2.jpg/v1/fill/w_157%2Ch_240/46e7eb_9a814d28a5d74a14a7e47a2e026ec539%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>IL</dc:creator><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2017/06/05/Est%C3%A9tica-e-Cr%C3%ADtica-Liter%C3%A1ria-reflex%C3%B5es-acerca-do-pensamento-est%C3%A9tico-em-Luk%C3%A1cs-e-Marx</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2017/06/05/Est%C3%A9tica-e-Cr%C3%ADtica-Liter%C3%A1ria-reflex%C3%B5es-acerca-do-pensamento-est%C3%A9tico-em-Luk%C3%A1cs-e-Marx</guid><pubDate>Mon, 05 Jun 2017 23:06:17 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_9a814d28a5d74a14a7e47a2e026ec539~mv2.jpg"/><div>Andréa Pereira Moraes, Belmira Magalhães e Luciano Accioly Lemos Moreira</div><div>(Organizadores)</div><div>ISBN: 978-85-65999-37-3 1. </div><div>Páginas: 368</div><div>1ª edição, Instituto Lukács, 2017.</div><div>Preço: R$ 10,00 + Frete</div><div>Orelha: A coletânea em questão alcança dois grandes objetivos: lança um olhar sobre as questões teóricas centrais do jovem e do velho Lukács sobre a estética, e ainda, revela em alguns dos seus artigos a validade e a grandeza desse cabedal teórico na crítica literária. O conhecimento da estética de Lukács, e o diálogo com algumas obras e reflexões de Marx ao redor dessa mesma temática, demonstra o quanto o materialismo histórico e dialético é uma base teórica e metodológica fundamental para se compreender a arte em suas mais variadas formas e conteúdos. Os artigos aqui expostos demonstram a qualidade, a extensão e o interesse que a estética de Lukács desperta entre um campo importante da intelectualidade. E como nos lembra Lukács, ‘a arte é um manual para a vida’, pois sempre colocará em contradição e confronto a estrutura pessoal daquele que a recepciona com os conflitos do mundo, num nível tão íntimo que nenhuma outra forma de reflexo pode desempenhar. Sendo assim, resta-nos convidá-los a conhecer tal obra, e quem sabe estimular novos e outros pesquisadores para o estudo da arte e da literatura numa perspectiva marxista.</div><div>SUMÁRIO</div><div>A particularidade como elo de mediação para a esfera estética: uma síntese</div><div>Rafaela Teixeira Teófilo</div><div>Deribaldo Santos</div><div>Crítica literária dialética: do trabalho à particularidade estética em Lukács</div><div>Belmira Magalhães</div><div>Lígia Ferreira</div><div>Ontología e historia en las obras tardías de György Lukács y Siegfried Kracauer</div><div>Miguel Vedda</div><div>A arte e o artista no capitalismo: da clausura à conquista do mundo</div><div>Luciano Accioly Lemos Moreira</div><div>Andréa Pereira Moraes</div><div>O Debate epistolar sobre Franz Von Sickingen entre Marx, Engels e Lassalle: A tragédia moderna</div><div>Ana Cotrim</div><div>Entre o “decifrado” e o “mal decifrável”: a problemática de narrar ou descrever nos contos “O empréstimo” e “O tesouro”</div><div>Ana Laura dos Reis Corrêa</div><div>A questão dos gêneros literários em Lukács: notas iniciais para uma aproximação</div><div>Hermenegildo Bastos</div><div>O realismo crítico no romance socialista. O caso de O Don silencioso, de Mikhail Sholokhov</div><div>Bernard H. Hess</div><div>Una lectura en progreso: la crítica literaria y el lenguaje estético en la lectura lukácsiana de Dostoievski</div><div>Martín Salinas</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A Política em Marx</title><description><![CDATA[Autor: Bruno Gonçalves da PaixãoISBN: 978-85-65999-38-0Páginas: 2001ª edição, Instituto Lukács, 2017.Preço: R$ 10,50 + FreteClique aqui para baixar este livro grátis em PDF É com grande prazer que reforço aqui a publicação do livro "A Política em Marx", produzido por Bruno Paixão. O tema torna-se mais relevante diante da atual crise mundial de superprodução do capital (2008...) e diante da crise política no Brasil. Na atualidade, a luta de classes ficou mais desanuviada entre capital e trabalho,<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_00ae353fbc7b477b9e7b350f4c755ce0%7Emv2.jpg/v1/fill/w_157%2Ch_242/46e7eb_00ae353fbc7b477b9e7b350f4c755ce0%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>IL</dc:creator><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2017/06/05/A-Pol%C3%ADtica-em-Marx</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2017/06/05/A-Pol%C3%ADtica-em-Marx</guid><pubDate>Mon, 05 Jun 2017 22:48:57 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_00ae353fbc7b477b9e7b350f4c755ce0~mv2.jpg"/><div>Autor: Bruno Gonçalves da Paixão</div><div>ISBN: 978-85-65999-38-0</div><div>Páginas: 200</div><div>1ª edição, Instituto Lukács, 2017.</div><div>Preço: R$ 10,50 + Frete</div><div>É com grande prazer que reforço aqui a publicação do livro &quot;A Política em Marx&quot;, produzido por Bruno Paixão. O tema torna-se mais relevante diante da atual crise mundial de superprodução do capital (2008...) e diante da crise política no Brasil. Na atualidade, a luta de classes ficou mais desanuviada entre capital e trabalho, com o desmantelamento dos governos da social democracia. Mais uma vez se apresenta a tarefa maior ao proletariado, como sujeito histórico, a superar o capital e o capitalismo pela revolução social. Sentido em que, ele precisa se organizar pela ação política revolucionária, em livre associação dos trabalhadores, construir o trabalho associado nas novas relações de produção para consolidar a emancipação humana. A pergunta que fica em aberto: na sociedade comunista a política terá algum papel? Bruno encontra explicações em Marx que negam essa necessidade, veja por quê!  Prof. Dr. Alfonso Klein - Programa de Pós-Graduação em Serviço Social - UNIOESTE.</div><div>Orelha: Haverá política no comunismo? Essa questão é, uma das mais candentes nos debates sobre a superação do capital. Sua importância pode ser assim sumariada: estariam certos Marx e Engels - e Chasin, Mészáros etc - que a política é fundada pela exploração do homem pelo homem e, por isso, deixaria de existir junto com as classes sociais? Ou, ao contrário, estariam certos autores mais recentes - Carlos Nelson Coutinho, Ralph Miliband etc. - que sustentam que a política dirimi questões que envolvem a totalidade da sociedade, seria tão universal quanto, por exemplo, o trabalho e, assim, estaria também presente no comunismo? No fundo, no fundo, trata-se de uma contraposição entre a concepção aristotélica de política, atualizada no sentido do liberalismo, e a concepção de Marx e Engels - com tudo o que essa contraposição implica. O livro de Bruno Paixão, A Política em Marx, entra nessa polêmica com uma clara e inequívoca posição: o fundamento da política está na propriedade privada. Ao fazer, possibilita uma saudável retomada de alto nível da polêmica e avança contribuições importantes para compreender a démarche de Marx e Engels nesse particular. Sergio Lessa</div><div>SUMÁRIO</div><div>PREFÁCIO</div><div>INTRODUÇÃO </div><div>CAPÍTULO I - MARX: NAS TRILHAS DA TRADIÇÃO POLITICISTA</div><div>1.1 O Jovem Marx e a velha Alemanha do Século XIX</div><div>1.2 A Gazeta Renana: a arma político-prática do jovem Marx</div><div>1.3 Estado cristão e Estado racional </div><div>1.4 Estado e propriedade privada: o universal eclipsado </div><div>1.5 Crítica à ideia de Estado em Hegel</div><div>CAPÍTULO II - A DIMENSÃO NEGATIVA DA POLÍTICA EM MARX</div><div>2.1 Da crítica à teologia à crítica da política</div><div>2.2 As limitações inerentes às saídas politicistas</div><div>2.3 Vontade limitadora da política frente à força social real</div><div>CAPÍTULO III - A HISTÓRIA COMO LUTA DE CLASSES: ENTRE A POLÍTICA REVOLUCIONÁRIA E A REDOMA POLITICISTA</div><div>3.1 História como crivo do pensamento</div><div>3.1.1 Revolução de superfície</div><div>3.1.2 Base social burguesa e forma política ditatorial</div><div>3.2 A Comuna: forma política embrionária da transição</div><div>3.3 Transição: aspectos econômicos e políticos</div><div>3.3.1 Crítica ao reformismo</div><div>3.3.2 Formas políticas: Estado e ditadura do proletariado</div><div>CONSIDERAÇÕES FINAIS</div><div>APÊNDICE</div><div>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Educação e Reprodução Social: a perspectiva da crítica marxista</title><description><![CDATA[Autor: Talvanes Eugênio MacenoISBN: 978-85-65999-36-6Páginas: 1681ª edição, Instituto Lukács, 2017.Preço: R$ 9,50 + FreteClique aqui para baixar este livro grátis em PDFA obra que temos em mãos de autoria de Talvanes Eugênio Maceno é resultado primordialmente de uma profunda e criteriosa pesquisa no interior da Ontologia de Lukács, e de algumas questões centrais tratadas na obra do Capital de Marx sobre o complexo social da Educação. O autor seguindo o método ontológico instaurado por Marx nos<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_9f3ade5140754202bb1f61bed2198e2f%7Emv2.jpg/v1/fill/w_157%2Ch_243/46e7eb_9f3ade5140754202bb1f61bed2198e2f%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>IL</dc:creator><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2017/06/05/Educa%C3%A7%C3%A3o-e-Reprodu%C3%A7%C3%A3o-Social-a-perspectiva-da-cr%C3%ADtica-marxista</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2017/06/05/Educa%C3%A7%C3%A3o-e-Reprodu%C3%A7%C3%A3o-Social-a-perspectiva-da-cr%C3%ADtica-marxista</guid><pubDate>Mon, 05 Jun 2017 22:12:26 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_9f3ade5140754202bb1f61bed2198e2f~mv2.jpg"/><div>Autor: Talvanes Eugênio Maceno</div><div>ISBN: 978-85-65999-36-6</div><div>Páginas: 168</div><div>1ª edição, Instituto Lukács, 2017.</div><div>Preço: R$ 9,50 + Frete</div><div>A obra que temos em mãos de autoria de Talvanes Eugênio Maceno é resultado primordialmente de uma profunda e criteriosa pesquisa no interior da Ontologia de Lukács, e de algumas questões centrais tratadas na obra do Capital de Marx sobre o complexo social da Educação. O autor seguindo o método ontológico instaurado por Marx nos revela a gênese e a função essencial da educação para a reprodução social em sua totalidade, como também, demonstra sua configuração histórico-ontológica desse complexo no interior da sociedade capitalista. A obra alcança uma originalidade ao tratar em termos objetivamente correto e mediado a categoria da educação em sua condição ampla e restrita. E assim, posteriormente, o autor afirma que o complexo social da educação tendo a origem a partir do trabalho, constitui-se em uma mediação fundamental para a realização deste, sendo por isso, uma mediação ineliminável da reprodução social em qualquer forma de sociabilidade. Todavia, é somente no capitalismo que a educação formal é expandida para amplos setores da sociedade, e em específico, para uma parcela importante da classe trabalhadora. Longe de ser contraditória a ampliação da educação promovida pelo sistema capitalista, este fenômeno encontra-se em perfeita correspondência com as necessidades de expansão do capital. Reafirmando assim, a função social que a educação tem enquanto mediação para a reprodução de cada forma de sociedade, configurando-se de maneira estrita uma forma de educação útil e eficaz aos interesses da lógica do sistema do capital em crise na atualidade.  Para além de uma compreensão equivocada da educação como mero complexo reprodutivista da sociedade, ou como uma panaceia resolutiva de todos os males sociais, o autor nos revela em sua obra, a possibilidade e a função do complexo educativo na construção de uma alternativa ao capital, respeitando os limites e o peso desse complexo em relação a totalidade social. No mais, convido a todos a conhecer as reflexões de um pesquisador que de maneira consciente e radical toma partido por uma perspectiva revolucionária.  Luciano Moreira </div><div>Orelha: O presente livro investiga a origem e a função social da educação na reprodução da sociedade e de como essa função social ontológica é exercida na sociedade capitalista. Compreende-se que o complexo social da educação tem origem a partir do trabalho, constituindo-se em uma mediação fundamental para a realização deste, sendo, por isso, uma mediação ineliminável da reprodução social em qualquer forma de sociabilidade, inclusive na sociedade do capital.  Para além do mero entendimento da educação enquanto um complexo reprodutivista, o livro se dirige na direção da construção de uma alternativa ao capital e do papel que a educação pode exerce nesse sentido, considerando a sua essência e função social.</div><div>SUMÁRIO</div><div>INTRODUÇÃO</div><div>CAPÍTULO 1. SER SOCIAL E TRABALHO</div><div>1.1 SER, SER SOCIAL E TRABALHO </div><div>1.2 TRABALHO, TELEOLOGIA E CAUSALIDADE </div><div>CAPÍTULO 2. SOCIABILIZAÇÃO DO SER SOCIAL: A TENDÊNCIA</div><div>DE EXPLICITAÇÃO DO SER SOCIAL</div><div>2.1 DIVISÃO DO TRABALHO E TEMPO DE TRABALHO</div><div>2.2 SEXO E ALIMENTAÇÃO</div><div>2.3 LEGALIDADE SOCIAL E CONTRATENDÊNCIAS </div><div>2.4 DO GÊNERO NÃO MAIS MUDO EM-SI AO SER NÃO MUDO NO SEU PARA-SI</div><div>2.5 COMPLEXOS SOCIAIS</div><div>CAPÍTULO 3. O COMPLEXO SOCIAL DA EDUCAÇÃO</div><div>3.1 GÊNESE ONTOLÓGICA E FUNÇÃO SOCIAL </div><div>3.2 O COMPLEXO SOCIAL DA EDUCAÇÃO E A REPRODUÇÃO SOCIAL</div><div>3.3 EXPANSÃO DA EDUCAÇÃO EM SENTIDO ESTRITO NO SISTEMA DO CAPITAL</div><div>3.4 LIMITES DO COMPLEXO SOCIAL DA EDUCAÇÃO</div><div>CAPÍTULO 4. O CAMINHO DE VOLTA: EDUCAÇÃO PARA ALÉM DO CAPITAL</div><div>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Indivíduo e sociedade: sobre a teoria da personalidade em Georg Lukács</title><description><![CDATA[Autora: Gilmaisa Macedo da CostaISBN: 978-85-65999-06-9Páginas: 1442ª edição, rev. 2012. 1ª Reimpressão: Instituto Lukács, 2017.Preço: R$ 8,50 + Frete Nossa pretensão neste livro é expor o mais aproximadamente possível os nexos ontológicos decisivos na configuração da personalidade que se encontra na Ontologia de Lukács. Entendemos que a contribuição desse autor à temática é fundamental para aqueles que têm interesse pela investigação do ser social enquanto ser em seu universo histórico<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_3f3192a4e44040c7892c59058848a95d%7Emv2.jpg/v1/fill/w_157%2Ch_242/46e7eb_3f3192a4e44040c7892c59058848a95d%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>IL</dc:creator><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2017/06/05/Indiv%C3%ADduo-e-sociedade-sobre-a-teoria-da-personalidade-em-Georg-Luk%C3%A1cs</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2017/06/05/Indiv%C3%ADduo-e-sociedade-sobre-a-teoria-da-personalidade-em-Georg-Luk%C3%A1cs</guid><pubDate>Mon, 05 Jun 2017 21:20:55 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_3f3192a4e44040c7892c59058848a95d~mv2.jpg"/><div>Autora: Gilmaisa Macedo da Costa</div><div>ISBN: 978-85-65999-06-9</div><div>Páginas: 144</div><div>2ª edição, rev. 2012. 1ª Reimpressão: Instituto Lukács, 2017.</div><div>Preço: R$ 8,50 + Frete</div><div> Nossa pretensão neste livro é expor o mais aproximadamente possível os nexos ontológicos decisivos na configuração da personalidade que se encontra na Ontologia de Lukács. Entendemos que a contribuição desse autor à temática é fundamental para aqueles que têm interesse pela investigação do ser social enquanto ser em seu universo histórico categorial mais decisivo. Expressa seu significado para a elevação do ser humano de mera singularidade individual à condição de gênero humano-social, no sentido da constituição de uma história efetivamente humana.</div><div>Orelha: Georg Lukács é um autor surpreendente. Para a Ontologia do Ser Social, sua inacabada obra da maturidade, tem o traço peculiar à produção dos grandes autores. Forjada em anos de dedicação ao estudo dos clássicos e ao debate com seus contemporâneos traz problemas novos e instigantes, impondo ao investigador a permanente condição de perceber temas e nuances deixados à margem por muitos estudiosos, assuntos inéditos ou a recriação em novas bases de tantos outros muitas vezes já tratados. A existência de uma apreensão da individualidade articulada à sociedade e à classe social foi identificada de forma pioneira por Guido Oldrini, ao descobrir na obra o conceito de &quot;pessoa&quot;.  Nossa pretensão neste livro é expor o mais aproximadamente possível os nexos ontológicos decisivos na configuração da personalidade que se encontra na Ontologia de Lukács. Entendemos que a contribuição desse autor à temática é fundamental para aqueles que têm interesse pela investigação do ser social enquanto ser em seu universo histórico categorial mais decisivo. Expressa seu significado para a elevação do ser humano de mera singularidade individual à condição de gênero humano-social, no sentido da constituição de uma história efetivamente humana.</div><div>Sumário</div><div>Apresentação </div><div>Introdução </div><div>Capítulo 1: Bases Ontológicas da Personalidade</div><div>1.1 Trabalho e ser social </div><div>1.2 Objetivação/exteriorização e personalidade </div><div>Capítulo 2: Processo de Individuação e Personalidade </div><div>2.1 Personalidade, substância e alternativa</div><div>2.2 Vida cotidiana, valoração e personalidade</div><div>2.3 Valores, luta de classes e personalidade</div><div>Capítulo 3: Gênero Humano e Personalidade Autêntica </div><div>3.1 Sexualidade, gênero humano e personalidade</div><div>3.2 Consciência, gênero humano e personalidade autêntica </div><div>Considerações Finais</div><div>Bibliografia</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Livros para download disponíveis em PDF</title><description><![CDATA[ANUÁRIO 2017ANUÁRIO 2016ANUÁRIO 2015A PARTICULARIDADE NA ESTÉTICA DE LUKÁCSCAPITAL E EDUCAÇÃO ESCOLARCAPITAL E TRABALHO NA FORMAÇÃO ECONÔMICA DO BRASILEDUCAÇÃO E PRECARIZAÇÃOEDUCAÇÃO E REPRODUÇÃO SOCIALESTÉTICA E CRÍTICA LITERÁRIAMÉSZÁROS E A CRITICA À EXPERIÊNCIA SOVIÉTICAPARTICULARIDADE ESTÉTICA EM VIDAS SECASPOLÍTICA EM MARXTRABALHO E EDUCAÇÃO NO BRASIL- DA CENTRALIDADE DO TRABALHO À CENTRALIDADE DA POLÍTICAA NECESSIDADE HISTÓRICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA: OS IMPASSES ATUAIS ABAIXO A<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_bb59527671724f499dff27acaea50852.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/03/16/Livros-para-download-disponiveis-em-PDF</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/03/16/Livros-para-download-disponiveis-em-PDF</guid><pubDate>Thu, 09 Mar 2017 19:11:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_bb59527671724f499dff27acaea50852.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Anuário 2016</title><description><![CDATA[Organizadores: Miguel Vedda, Gilmaisa Costa, Norma Alcântara.ISSN: 2525-3328.1ª edição: Instituto Lukács, 2016.Páginas: 368R$ 8,00 + FreteClique aqui para baixar este livro grátis em PDFOrelha: O Anuário Lukács 2016 segue a tendência de publicar textos que versem sobre a produção do Lukács, sobre reflexões de natureza social ou afins. Começando pelo artigo de Nícolas Tertulian a respeito de A Destruição da Razão seguem-se temas como o debate entre Lukács e Heidegger e o conceito de personalidade<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_990519ac61764a3c9c5fec8cdaefd914%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/09/01/Conhe%C3%A7am-o-Lan%C3%A7amento-de-2016</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/09/01/Conhe%C3%A7am-o-Lan%C3%A7amento-de-2016</guid><pubDate>Sun, 11 Sep 2016 19:55:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_990519ac61764a3c9c5fec8cdaefd914~mv2.jpg"/><div>Organizadores: Miguel Vedda, Gilmaisa Costa, Norma Alcântara.</div><div>ISSN: 2525-3328.</div><div>1ª edição: Instituto Lukács, 2016.</div><div>Páginas: 368</div><div>R$ 8,00 + Frete</div><div>Orelha: O Anuário Lukács 2016 segue a tendência de publicar textos que versem sobre a produção do Lukács, sobre reflexões de natureza social ou afins. Começando pelo artigo de Nícolas Tertulian a respeito de A Destruição da Razão seguem-se temas como o debate entre Lukács e Heidegger e o conceito de personalidade na Ontologia lukacsiana. A reflexão sobre o pensamento de Nietzsche indica a visão crítica ao irracionalismo, trazendo elementos significativos na sua apreensão. A reprodução social se faz presente analisada não só como complexo categorial que contém o trabalho, mas nos temas de educação e linguagem como complexos decisivos do desenvolvimento humano-social. Alienação é tema discutido no campo da Estética lukácsiana, abordando o caminho à subjetividade em sua obra tardia. Não faltou a autocrítica do próprio Lukács à categoria da reificação em História e Consciência de Classe. Completa o Anuário 2016, um posfácio de Sergio Lessa com reflexão inovadora de caráter metodológico no campo da física em seu desenvolvimento atual.Este Anuário mantém a publicação de artigos também em espanhol na tentativa de aproximação com autores da América Latina. Uma expectativa de resultar em parcerias em matéria de investigação e conhecimento de temas filosófico-científicos importantes para a humanidade.</div><div>Sumário:</div><div>Prefácio</div><div>A destruição da razão: trinta anos depois</div><div>Nícolas Tertulian</div><div>Lukács e Heidegger: a ontologia do século xx diante de Hegel</div><div>Vitor Bartoletti Sartori</div><div>El concepto de personalidad en la teoría marxista de György Lukács</div><div>Francisco García Chicote </div><div>Nietzsche e sua moral protofascista</div><div>Artur Bispo dos Santos Neto </div><div>Ontologia, emancipação e educação</div><div>Rafael Rossi</div><div>La reproducción en la sociabilidad humana: aspectos ontológicos centrales</div><div>Sergio Gianna &amp; Gilmaisa Costa </div><div>Trabalho e linguagem na ontologia de lukács</div><div>Mariana Andrade</div><div>Enajenación y camino a la subjetividad estética en la filosofía tardía de György Lukács</div><div>María Guadalupe Marando</div><div>Educação e trabalho no processo de reprodução do ser social</div><div>Rosilene Rangel</div><div>György Lukács e a categoria da reificação: crítica e autocrítica em “História e consciência de classe”</div><div>Henrique Wellen</div><div>Posfácio – possibilidade, lei e acaso: os físicos e seus incríveis cíclotrons</div><div>Sergio Lessa </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Manifesto against the closing of Lukács Archive in Hungary</title><description><![CDATA[The Instituto Lukács and his associates express deep sadness and concern over the closing of the Lukács Archive by the Hungarian government. It is sorrowful for all those who advocate the process of dissemination and socialization of the revolutionary legacy produced by the classics of Marxism, and by interpreters like Lukács, to see the neglect of the lukacsian collection. The closing make it impossible to researchers spread all over the world and interested in investigating his thinking to<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_4cc0fd5f69424dbab9607c9278355beb.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/03/29/Manifesto-against-the-closing-of-Luk%C3%A1cs-Archive-in-Hungary</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/03/29/Manifesto-against-the-closing-of-Luk%C3%A1cs-Archive-in-Hungary</guid><pubDate>Tue, 29 Mar 2016 14:59:46 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_4cc0fd5f69424dbab9607c9278355beb.jpg"/><div>The Instituto Lukács and his associates express deep sadness and concern over the closing of the Lukács Archive by the Hungarian government. It is sorrowful for all those who advocate the process of dissemination and socialization of the revolutionary legacy produced by the classics of Marxism, and by interpreters like Lukács, to see the neglect of the lukacsian collection. The closing make it impossible to researchers spread all over the world and interested in investigating his thinking to access the original works produced by this great contemporary philosopher.That is, indeed, a disregard for the production of human knowledge, that sets out to investigate life in society beyond immediate appearances.</div><div>Everyone knows the legacy that this great intellectual of Marxism left us in terms of critical and revolutionary theory, even under unfavorable circumstances permeated by declining interest in Marxism. The recapture of Marxian foundations about the social being, and the bourgeois social being in particular, was always on the horizon of maturity Lukács concerns, especially in the field of Aesthetics and Ontology, gathering a categorical content at the level of the great thinkers, which earned him the recognition as one of the greatest philosophers of XX century. Also, it is undeniable the high level of his production, from his youth especially, in the matter of literary theory, knowledge socially widespread in European circles and extending around the world for decades.</div><div>In 2008, during his work about the historical path of Lukács, in which recovers the personality of Lukacs and its production in the twentieth century, the Italian philosopher Guido Oldrini had warned about the hostility towards Marxism and against the launch of a work of this nature. His expectation was that the time would give Lukács a deserved place in the history of thinking for his dedication to their battles and his studies. However, if at that time the objective conditions for dissemination of critical-revolutionary thought were unfavorable, currently there are even more unfavorable conditions, determined by a set of questions of economic, social and political order, pertaining to the capital’s structural crisis, with consequences that reach the level of barbarization of humanity.</div><div>We register our appeal to those who are responsible for the work collection of the Hungarian philosopher against the closing of the Lukács Archive, considering the importance of high-level thinking to these times when prevails the ideological decay. Time in which the high thinking achieved by the bourgeoisie until Hegel decays by determinations of bourgeois reality. From then, philosophy no longer proposes to think the fate of man as universal, but only to think about the interests of the capital. Hence the importance of a thinking such as Gyorgy Lukacs’ , whose trajectory in the twentieth century, contrary to the dominant trend, followed in the direction of thinking the origin and the destiny of humanity from the perspective of a critical-Marxist ontology.</div><div>We urge everyone to express repudiation to the decision to close the Lukács archive by signing the petition on the link below:</div><div><a href="http://www.petitions24.com/protest_against_closing_down_the_lukacs_archiv">http://www.petitions24.com/protest_against_closing_down_the_lukacs_archiv</a></div><div>Instituto Lukács – Brasil</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Manifesto contra o fechamento do Arquivo Lukács, na Hungria</title><description><![CDATA[O Instituto Lukács e seus associados manifestam profunda tristeza e preocupação com o fechamento do Arquivo Lukács pelo governo húngaro. É lamentável para todos aqueles que defendem o processo de difusão e socialização do legado revolucionário produzido pelos clássicos do marxismo, e por intérpretes como Lukács, constatar o descaso ao acervo lukacsiano. O fechamento inviabiliza o acesso às obras originais produzidas por esse grande filósofo contemporâneo a pesquisadores espalhados pelo mundo e<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_4cc0fd5f69424dbab9607c9278355beb.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/03/12/O-Instituto-Luk%C3%A1cs-se-manifesta-contra-o-fechamento-do-Arquivo-Luk%C3%A1cs-em-Budapeste</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/03/12/O-Instituto-Luk%C3%A1cs-se-manifesta-contra-o-fechamento-do-Arquivo-Luk%C3%A1cs-em-Budapeste</guid><pubDate>Sat, 12 Mar 2016 13:31:57 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_4cc0fd5f69424dbab9607c9278355beb.jpg"/><div>O Instituto Lukács e seus associados manifestam profunda tristeza e preocupação com o fechamento do Arquivo Lukács pelo governo húngaro. É lamentável para todos aqueles que defendem o processo de difusão e socialização do legado revolucionário produzido pelos clássicos do marxismo, e por intérpretes como Lukács, constatar o descaso ao acervo lukacsiano. O fechamento inviabiliza o acesso às obras originais produzidas por esse grande filósofo contemporâneo a pesquisadores espalhados pelo mundo e interessados em estudar o seu pensamento. Trata-se, de fato, de um descaso, insistimos, com a produção do conhecimento humano que se propõe a investigar a vida em sociedade, indo além das aparências imediatas.</div><div>Todos sabem do legado que este grande intelectual do marxismo nos deixou em termos da teoria crítica e revolucionária, mesmo em circunstâncias desfavoráveis permeadas pelo declínio do interesse pelo marxismo. A retomada dos fundamentos marxianos sobre o ser social, e do ser social burguês em particular, esteve sempre no horizonte das preocupações do Lukács da maturidade, especialmente no campo da Estética e da Ontologia, reunindo um conteúdo categorial no nível dos grandes pensadores, o que lhe rendeu o reconhecimento como um dos maiores filósofos do século XX. Do mesmo modo, é inegável o alto nível da sua produção desde a juventude, sobretudo em matéria da teoria literária, conhecimento difundido socialmente nos círculos europeus e que se estende ao mundo por décadas.</div><div>Em 2008, por ocasião de sua obra sobre o trajeto histórico de Lukács, na qual recupera a personalidade de Lukács e sua produção no século XX, o filósofo italiano Guido Oldrini advertiu sobre o clima de hostilidade contra o marxismo, hostil ao lançamento de uma obra desta natureza. Sua expectativa era que o tempo daria a Lukács um merecido lugar na história do pensamento, pela dedicação às suas batalhas e aos seus estudos. Entretanto, se naquele momento as condições objetivas para a divulgação do pensamento crítico-revolucionário eram desfavoráveis, vivem-se atualmente condições ainda mais adversas, determinadas por um conjunto de questões de ordem econômica, social e política, atinentes à crise estrutural do capital, com consequências que chegam ao nível da barbarização da humanidade.</div><div>Registramos nosso apelo aos responsáveis pelo acervo da obra do filósofo húngaro contra o fechamento do Arquivo Lukács, em face da importância do pensamento de alto nível para este tempo em que impera a decadência ideológica. Tempo no qual o alto pensamento da própria burguesia alcançado até Hegel entra em decadência por determinações da realidade burguesa. A partir de então, a filosofia não mais se propõe a pensar o destino do homem enquanto universal, mas apenas os interesses do capital. Daí a importância de um pensamento como o de György Lukács, cuja trajetória no século XX, contrariando a tendência dominante, seguiu na direção de pensar a origem e o destino da humanidade sob a perspectiva de uma ontologia crítico-marxiana.</div><div>Conclamamos a todos a manifestarem seu repúdio à decisão de fechar o Arquivo Lukács, assinando a petição abaixo.</div><div><a href="http://www.peticao24.com/tiltakozunk_a_lukacs_archivum_bezaratasa_ellen">Clique aqui para ser redirecionado à página da petição</a></div><div>Instituto Lukács - Brasil</div><div>Por favor, enviar adesões à lukacsarchiv.petition@gmail.com</div><div>(Modelo)</div><div>Ao Sr. Presidente da Honrada</div><div>Academia de Ciências da Hungria</div><div>Prof. Dr. László Lovász</div><div>De nossa consideração:</div><div>Os abaixo-assinados expressamos nossa preocupação ante a decisão, tomada por XXX, de fechar o Archivo Lukács. György Lukács é um dos filósofos mais importantes do século XX, intelectual de destaque nos âmbitos da filosofia política, da teoria e crítica literárias, da sociologia e da ética, além de um dos maiores ensaístas da contemporaneidade. Figura internacionalmente reconhecida, Lukács é um dos pontos mais elevados na história da rica cultura húngara, já que é o autor de uma série de obras que se integraram ao patrimônio vivo da humanidade. O Arquivo Lukács não apenas tornou possível, durante décadas, um amplo que um amplo público acadêmico e extra-acadêmico tivesse acesso à documentação central sobre a vida e a obra do filósofo, além do que funcionou como lugar histórico, espaço de recordação de uma das figuras mais fascinantes de nossa era. Por todo o dito, queríamos solicitar, às autoridades devidas, que revisem esta medida que foi recebida com preocupação e tristeza pela comunidade científica e artística internacional. Confiando em sua compreensão e sensatez, o saudamos respeitosamente.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Notas para uma ética = Versuche zu einer ethik</title><description><![CDATA[Autor: Georg Lukács Tradução: Sérgio Lessa ISBN: 978-85-65999-33-5. 1ª edição: Instituto Lukács, 2015 Páginas: 360 R$ 7,50 + Frete Orelha: O Instituto Lukács traz a público uma obra até então inédita no Brasil, Notas para uma ética do filósofo húngaro Georg Lukács. As Notas que o leitor ora tem às mãos é o que há de mais sistemático quantos aos esforços de Lukács dirigidos especificamente à elaboração de uma ética marxista. A preocupação de Lukács com as questões éticas é um problema que<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_8e06807969b34b03b5fed301da44e8c4.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/1/15/Notas-para-uma-%C3%A9tica-Versuche-zu-einer-ethik</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/1/15/Notas-para-uma-%C3%A9tica-Versuche-zu-einer-ethik</guid><pubDate>Fri, 15 Jan 2016 23:09:26 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_8e06807969b34b03b5fed301da44e8c4.jpg"/><div>Autor: Georg Lukács</div><div>Tradução: Sérgio Lessa</div><div>ISBN: 978-85-65999-33-5.</div><div>1ª edição: Instituto Lukács, 2015</div><div>Páginas: 360</div><div>R$ 7,50 + Frete</div><div>Orelha: O Instituto Lukács traz a público uma obra até então inédita no Brasil, Notas para uma ética do filósofo húngaro Georg Lukács. As Notas que o leitor ora tem às mãos é o que há de mais sistemático quantos aos esforços de Lukács dirigidos especificamente à elaboração de uma ética marxista. A preocupação de Lukács com as questões éticas é um problema que atravessa toda a sua vida e obra. Com a “virada ontológica” do seu pensamento nos anos de 1930, essa problemática adquire ainda mais força. Em 1960, quando de fato deu início ao projeto de escrever a ética, Lukács estava convencido de que uma ética ontologicamente fundada teria de se basear numa ontologia do ser social. Essa constatação levou-o a escrever, antes da desejada ética, A Ontologia do Ser Social que se constituiu numa introdução à ética. Infelizmente, em 1971, a doença ceifou a vida do grande filósofo e o projeto da ética jamais pôde ser concluído. Notas para uma ética, ainda que se trate de indicações imprecisas e muito difusas acerca do caminho que Lukács pretendia trilhar na explicação da sua ética é já uma comprovação do quão grandiosa ela seria e do quão articulada está essa problemática com todos os campos da vida humana e, sobretudo, com os problemas do futuro da humanidade. Convidamos o leitor a conferir.</div><div>Mariana Andrade</div><div>Contra-capa: Além da Ontologia do Ser Social e dos Prolegômenos, entre os manuscritos póstumos deixados por Lukács também estavam as Notas para uma ética (Versuche zur einer Ethik): estas suas anotações, coletadas por quase uma década, são o único material que possibilita uma visão do que seria a sua Ética de base marxiana, a qual teria na Ontologia seu estudo introdutório. Daí sua enorme importância. Publicadas em 1994 na Hungria, esta é a primeira edição em língua portuguesa e a primeira bilíngue das Notas para uma ética.</div><div>Sumário:</div><div> Apresentação – Sergio Lessa Notas para uma Ética / Versuche zu einer Ethik Anexos Relação das obras citadas Notas</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Anuário Lukács 2015</title><description><![CDATA[Organizadores: Miguel Vedda, Gilmaisa Costa, Norma AlcântaraISBN: 978-85-65999-26-7.1ª edição: Instituto Lukács, 2015Páginas: 256R$ 5,50 + FreteClique aqui para baixar este livro grátis em PDFOrelha: O Instituto Lukács lança em 2015 o segundo número do Anuário Lukács. Em estreita relação com suas proposições de divulgar o pensamentor evolucionário em favor da emancipação humana para além da sociabilidade atual, privilegia conteúdos fundamentais ao conhecimento da essência humana. Oferece ao<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_4497206301e54cd0a93ef1bb73a8f93a.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/1/13/Anu%C3%A1rio-Luk%C3%A1cs-2015</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/1/13/Anu%C3%A1rio-Luk%C3%A1cs-2015</guid><pubDate>Wed, 13 Jan 2016 19:11:51 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_4497206301e54cd0a93ef1bb73a8f93a.jpg"/><div>Organizadores: Miguel Vedda, Gilmaisa Costa, Norma Alcântara</div><div>ISBN: 978-85-65999-26-7.</div><div>1ª edição: Instituto Lukács, 2015</div><div>Páginas: 256</div><div>R$ 5,50 + Frete</div><div>Orelha: O Instituto Lukács lança em 2015 o segundo número do Anuário Lukács. Em estreita relação com suas proposições de divulgar o pensamentor evolucionário em favor da emancipação humana para além da sociabilidade atual, privilegia conteúdos fundamentais ao conhecimento da essência humana. Oferece ao leitor um conjunto de textos valiosos de autores nacionais e internacionais, inclusive uma entrevista com István Mészáros. Contém basicamente o tema da Estética, seguido de outros referentes ao acervo categorial da Ontologia lukacsiana. A longa tradição da Estética em filósofos clássicos ofereceu a György Lukács um amplo espaço de reflexão acerca dos seus fundamentos e de sua função no desenvolvimento do ser social. À Estética o autor dedicou anos de sua vida, articulando tal estudo, em sua maturidade, a uma ontologia materialista. Dessa articulação derivam temas como a Arte, o Trabalho, a Ideologia e aIndividualidade, que emergem dos textos contidos no Anuário, por vezes articulados ao contexto da produção e da vida de Lukács, conferindo mais substância ao conteúdo em análise. Mediante sua diversidade de visões, esta edição do Anuário possibilita o debate qualificado sobre o pensamento de Lukács, abrindo espaço à divulgação e à crítica a categorias fundamentais do ser social, bem como à análise de problemas contemporâneos nos termos da tradição marxiana.</div><div>Sumário:</div><div>PREFÁCIO Estética orientada hacia el mundo como crítica de las formas de vida cosificadas: la estética tardía de györgy lukács y su prehistoria Rüdiger Dannemann El para sí específico del arte y sus funciones Guido Oldrini Lukács y una lectura del carácter desfetichizador del arte (acerca de el engaño de las cartas, de gotfried keller) Martín Salinas De marx a Goethe. Elementos sistemáticos para la gran estética Werner Jung El papel de la mímesis en la estética de Lukács Hans Heinz Holz</div><div>Marx e o problema da decadência ideológica György Lukács O problema da individualidade no pensamento tardio de Lukács Ester Vaisman Trabajo e ideología en la obra de Lukács: categorías ontológicas del ser social Sergio Daniel Gianna</div><div>Notas sobre influências teóricas, marxismo e ontologia de György Lukács Ricardo Lara Capitalismo e patriarcalismo: trabalho doméstico não remunerado Belmira Magalhães e Geice Silva Entrevista com István Mészáros - UFMG (2013)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Trabalho e educação no Brasil: da centralidade do trabalho à centralidade da política</title><description><![CDATA[Autora: Maria Edna de Lima BertoldoISBN: 978-85-65999-32-8.2ª ed. revisada: Instituto Lukács, 2015Páginas: 192R$ 9,00 + FreteClique aqui para baixar este livro grátis em PDFOrelha: O livro com que a professora Edna Bertoldo nos brinda, através do Instituto Lukács, vem em boa hora. Isto porque ele se constitui em um esforço no sentido de uma crítica ao primado da política em detrimento da centralidade do trabalho. Acentuam-se, há décadas, os devastadores ataques do capital ao trabalho. Este<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_73bda46bc4f04133be8d28e0841f8f6c.jpg"/>]]></description><dc:creator>IL</dc:creator><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/1/13/Trabalho-e-educa%C3%A7%C3%A3o-no-Brasil-da-centralidade-do-trabalho-%C3%A0-centralidade-da-pol%C3%ADtica</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/1/13/Trabalho-e-educa%C3%A7%C3%A3o-no-Brasil-da-centralidade-do-trabalho-%C3%A0-centralidade-da-pol%C3%ADtica</guid><pubDate>Wed, 13 Jan 2016 16:20:30 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_73bda46bc4f04133be8d28e0841f8f6c.jpg"/><div>Autora: Maria Edna de Lima Bertoldo</div><div>ISBN: 978-85-65999-32-8.</div><div>2ª ed. revisada: Instituto Lukács, 2015</div><div>Páginas: 192</div><div>R$ 9,00 + Frete</div><div>Orelha: O livro com que a professora Edna Bertoldo nos brinda, através do Instituto Lukács, vem em boa hora. Isto porque ele se constitui em um esforço no sentido de uma crítica ao primado da política em detrimento da centralidade do trabalho. Acentuam-se, há décadas, os devastadores ataques do capital ao trabalho. Este último, não só não tem conseguido resistir a esses ataques, como, quando o faz, a tônica das suas lutas é no sentido de pleitear um capitalismo mais humano e um Estado mais preocupado com os problemas sociais. Em suma, na luta entre capital e trabalho, o horizonte revolucionário, de superação radical da sociabilidade capitalista, foi desaparecendo e, em seu lugar, foi emergindo um horizonte cada vez mais reformista, centrado na dimensão política, cujo núcleo essencial é o Estado, tanto o princípio de compreensão da realidade social como o elemento fundamental para a sua transformação. Focando seu estudo nas elaborações teóricas de alguns autores marxistas importantes da área da educação, Edna Bertoldo tece uma crítica pertinente evidenciando, com base na ontologia marxiano-lukacsiana do ser social, como, para além das intenções, esses teóricos estão presos, tanto em suas análises quanto em suas propostas práticas, à centralidade da política. Uma crítica que vale a pena conferir.</div><div>Ivo Tonet</div><div>Sumário:</div><div>PREFÁCIO APRESENTAÇÃO</div><div>CAPÍTULO 1 - A RELAÇÃO TRABALHO E EDUCAÇÃO E A ABORDAGEM MARXISTA 1.1 Rompendo as resistências ao marxismo 1.2 A ontologia marxiana: contribuições para a análise da educação 1.3 A problemática na relação entre trabalho e educação na atualidade CAPÍTULO 2 - O DEBATE TEÓRICO DA RELAÇÃO TRABALHO E EDUCAÇÃO NO BRASIL CAPÍTULO 3 - O TRABALHO EM MARX E LUKÁCS 3.1 Conceito e estrutura ontológica do trabalho 3.2 Trabalho: atividade que transforma o homem e o seu mundo exterior CAPÍTULO 4 - A CATEGORIA DA REPRODUÇÃO E A EDUCAÇÃO 4.1 A concepção marxiano-ontológica da categoria da reprodução 4.2 Trabalho e Reprodução</div><div>4.3 A reprodução do indivíduo e do gênero humano 4.4 Educação e reprodução: revisitando o debate no Brasil CAPÍTULO 5 - A RELAÇÃO TRABALHO-EDUCAÇÃO À LUZ DA ONTOLOGIA MARXIANA 5.1 Gênese e função social da educação 5.2 O deslocamento da centralidade do trabalho para a centralidade da política 5.3 A educação na perspectiva da ontologia marxiana CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A particularidade estética em Vidas Secas, de Graciliano Ramos</title><description><![CDATA[Autora: Belmira MagalhãesISBN: 978-85-65999-31-1.2ª edição: Instituto Lukács, 2015Páginas: 133R$ 7,50 + FreteClique aqui para baixar este livro grátis em PDFOrelha: Esta análise sobre Vidas Secas de Graciliano Ramos parte da conclusão de Carlos Nelson Coutinho de que este não é um romance da seca, mas sobre o latifúndio; e da análise de Antonio Cândido que, corroborando o primeiro,vai mais além na análise literária, ao penetrar o interior das personagens, desvelando-as e mostrando que, mediante<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_b9be09ee1fe04ec7ae8ebefc8a171a37.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/1/13/A-particularidade-est%C3%A9tica-em-Vidas-Secas-de-Graciliano-Ramos</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/1/13/A-particularidade-est%C3%A9tica-em-Vidas-Secas-de-Graciliano-Ramos</guid><pubDate>Wed, 13 Jan 2016 15:58:13 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_b9be09ee1fe04ec7ae8ebefc8a171a37.jpg"/><div>Autora: Belmira Magalhães</div><div>ISBN: 978-85-65999-31-1.</div><div>2ª edição: Instituto Lukács, 2015</div><div>Páginas: 133</div><div>R$ 7,50 + Frete</div><div>Orelha: Esta análise sobre Vidas Secas de Graciliano Ramos parte da conclusão de Carlos Nelson Coutinho de que este não é um romance da seca, mas sobre o latifúndio; e da análise de Antonio Cândido que, corroborando o primeiro,vai mais além na análise literária, ao penetrar o interior das personagens, desvelando-as e mostrando que, mediante a escolha de uma narrativa, diversamente dos romances anteriores, Graciliano torna possível, através da construção de personagens rústicos, a iluminação dos fatos. Vidas Secas é a representação de um olhar sobre a realidade que, ao constatar a impossibilidade de mudança da estrutura agrária a partir dela própria, propõe às personagens a fuga para outros lugares em que as relações sociais possibilitem, quem sabe, uma transformação global, que acabe por fim com as secas fabricadas. Graciliano constrói uma personagem detentora de dois planos que se complementam, mas que habitam lugares diferenciados na estrutura narrativa. Sinhá Vitória é a mulher de Fabiano, forte, lutadora, zelosa com acasa e os filhos, mas, acima de tudo, é aquela que oferece à autoria a possibilidade de diálogo com as teses políticas da esquerda, que se apresentavam na época, para solucionar a exploração dos trabalhadores do campo. Discutimos, ainda, a forma de analisar o texto literário, a partir da compreensão da obra de arte, como um reflexo que cria uma particularidade, conceito este proposto por Lukács na Estética.</div><div>Sumário:</div><div>Parte I - Um diálogo entre teoria e ficção O método dialético e a particularidade artística A intencionalidade do fazer estético</div><div>O refletir consciente Os primeiros anos do século XX: mudanças econômicas e culturais entrelaçadas Parte II - Diálogo entre subjetividade e objetividade Capítulo 1 - Uma reflexão sobre o latifúndio: tradição e poder institucional Capítulo 2 - A construção da personagem feminina As relações familiares e a reprodução do latifúndio O segundo plano da personagem feminina: o projeto autoral Capítulo 3 - A quebra da circularidade da seca/latifúndio e a proposta autoral Conclusão Referências bibliográficas Obras de Graciliano Ramos Bibliografia geral</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Capital e trabalho na formação econômica do Brasil</title><description><![CDATA[Autor: Artur Bispo dos Santos NetoISBN: 978-85-65999-28-1.1ª edição: Instituto Lukács, 2015Páginas: 288R$ 11,50 + FreteClique aqui para baixar este livro grátis em PDFOrelha: O ponto de partida deste livro é investigar a anatomia da força de trabalho subordinada ao capital no desenvolvimento histórico da economia brasileira, desde a colonização aos tempos hodiernos. O capital emerge no cenário brasileiro como inteiramente responsável pela destruição das relações comunais subsistentes e, sua<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_b268ec32fa0d41d3ac152eeb0893b48b.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/1/13/Capital-e-trabalho-na-forma%C3%A7%C3%A3o-econ%C3%B4mica-do-Brasil</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/1/13/Capital-e-trabalho-na-forma%C3%A7%C3%A3o-econ%C3%B4mica-do-Brasil</guid><pubDate>Wed, 13 Jan 2016 14:17:04 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_b268ec32fa0d41d3ac152eeb0893b48b.jpg"/><div>Autor: Artur Bispo dos Santos Neto</div><div>ISBN: 978-85-65999-28-1.</div><div>1ª edição: Instituto Lukács, 2015</div><div>Páginas: 288</div><div>R$ 11,50 + Frete</div><div>Orelha: O ponto de partida deste livro é investigar a anatomia da força de trabalho subordinada ao capital no desenvolvimento histórico da economia brasileira, desde a colonização aos tempos hodiernos. O capital emerge no cenário brasileiro como inteiramente responsável pela destruição das relações comunais subsistentes e, sua institucionalização, tanto das relações de produção assentadas na exploração do trabalho escravo, quanto nas relações fundamentadas no trabalho assalariado. No decorrer deste livro, analisaremos o processo de transição do capital mercantilista para o capital industrial no Brasil e a forma como se operou a transição do trabalho escravo para o trabalho assalariado no âmbito da economia nacional, mediante a constituição de seu inexorável exército industrial de reserva. Neste percurso, a perspectiva marxiana revela-se como fundamental para uma correta compreensão dos nexos e das conexões efetivas que marcam o desenvolvimento da economia brasileira, em que a formad e organização da vida material comparece plenamente submetida ao sinteresses do capital internacional.</div><div>Sumário:</div><div>Apresentação Introdução Capítulo I - Capital Mercantil e Colonização do Brasil 1.1 Capital Mercantil e Mercado Mundial 1.2 Monarquia Mercantilista e Colonização Capítulo II - Capital Mercantil e Força de Trabalho Escrava 2.1 Trabalho Escravo versus Trabalho Assalariado no Principal Centro Econômico Europeu 2.2 A Necessidade da Força de Trabalho Escrava na Colonização do Brasil 2.3 A Subordinação da Economia Portuguesa à Economia Inglesa Capítulo III - A Personificação do Capital no Brasil Colônia 3.1 O Mercador como Agente Financeiro do Complexo Açucareiro 3.2 O Senhor de Escravos Como Personificação Do Capital</div><div>Capítulo IV - Crise do Sistema Fundado na Exploração do Trabalho Escravo 4.1 A Crise do Capital Mercantil 4.2 A Revolução Industrial Inglesa e a Dependência Econômica do Brasil</div><div>Capítulo V - A Transição para o Trabalho Assalariado 5.1 O Capitalismo na Época do Segundo Império 5.2 A Força do Trabalho Imigrante e o Exército Industrial de Reserva no Brasil 5.3 Os Limites do Campesinato e da Pequena Propriedade Capítulo VI - O Capital Industrial no Brasil 6.1 A Gênese do Proletariado Brasileiro e as Primeiras Colisões Operárias 6.2 O Desenvolvimento do Capitalismo Brasileiro 6.3 O Golpe Militar-empresarial de 1964 e a Subordinação do Proletariado Capítulo VII - O Capital e seu Inexorável Exército Industrial de Reserva Conclusão Referências Bibliográficas</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Capital e educação escolar na obra de Dermeval Saviani: apontamentos críticos</title><description><![CDATA[Autor: Ademir Quintilio LazariniISBN: 978-85-65999-27-4.1ª edição: Instituto Lukács, 2015Páginas: 480R$ 16,50 + FreteClique aqui para baixar este livro grátis em PDFOrelha: Este livro analisa criticamente algumas das teses matriciais de Dermeval Saviani a respeito da relação entre capital e educação escolar. A base teórica que o fundamenta assenta-se especialmente nas categorias econômicas desenvolvidas por Karl Marx em O Capital. Recorre-se também a outros fundamentos teóricos do materialismo<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_1fb0ce8c25674dec8d6751bc1c7ab048.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/1/13/Capital-e-educa%C3%A7%C3%A3o-escolar-na-obra-de-Dermeval-Saviani-apontamentos-cr%C3%ADticos</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2016/1/13/Capital-e-educa%C3%A7%C3%A3o-escolar-na-obra-de-Dermeval-Saviani-apontamentos-cr%C3%ADticos</guid><pubDate>Wed, 13 Jan 2016 13:09:05 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_1fb0ce8c25674dec8d6751bc1c7ab048.jpg"/><div>Autor: Ademir Quintilio Lazarini</div><div>ISBN: 978-85-65999-27-4.</div><div>1ª edição: Instituto Lukács, 2015</div><div>Páginas: 480</div><div>R$ 16,50 + Frete</div><div>Orelha: Este livro analisa criticamente algumas das teses matriciais de Dermeval Saviani a respeito da relação entre capital e educação escolar. A base teórica que o fundamenta assenta-se especialmente nas categorias econômicas desenvolvidas por Karl Marx em O Capital. Recorre-se também a outros fundamentos teóricos do materialismo histórico que o Autor d' O Capital desenvolveu em conjunto com Friedrich Engels. A partir desses fundamentos, procura apreender arelação de reciprocidade entre a base econômica da sociedade capitalista (aprodução e reprodução ampliada do capital) e a educação escolar, sem perderde vista que a determinação social, em última e decisiva instância, tal como afirmavam Marx e Engels, está posta no complexo econômico. O período histórico delimitado para análise no livro situa-se entre o final da década de 1970 a2010. Nesse período Saviani fundou e vem desenvolvendo as principais teses e proposições político-educacionais da Pedagogia Histórico-Crítica. As principais conclusões apresentadas neste livro é que Saviani se apropria de maneira problemática e/ou equivocada de algumas das categorias econômicas centrais desenvolvidas por Marx e que essa apropriação tem uma ordem de consequências de suma importância para as suas compreensões teóricas de fundo e para as suas proposições estratégicas de caráter político-educacionais.No limite, elas entram em contradição com o seu referencial teórico e com o projeto histórico que pretende defender, ou seja, a construção do socialismo como meio para a superação do capitalismo.</div><div>Sumário:</div><div> Introdução</div><div>1 - Capital e educação escolar: os fundamentos da questão Introdução 1.1 O “saber elaborado” como “meio de produção e/ou força produtiva” 1.2 O taylorismo/fordismo como “expropriação do saber dos trabalhadores” 1.3 A “revolução microeletrônica”: as “virtualidades” da reestruturação produtiva 1.4 A hegemonia da classe trabalhadora por meio das instituições educacionais 1.5 A tese do trabalho como princípio educativo 1.6 Trabalho “não-material”: alternativa ao trabalho produtivo e trabalho improdutivo Capítulo 2 - Capital como relação social: considerações a partir da concepção marxiana</div><div>Introdução 2.1 Capital como relação social 2.2 O trabalho como atividade fundante e ineliminável dos homens e o trabalho na forma social do capital 2.3 Forças produtivas e meios de produção 2.4 A força de trabalho 2.5 Força de trabalho parcial e unilateral da manufatura 2.6 O trabalhador coletivo combinado da grande indústria moderna 2.6.1 Educação da classe trabalhadora na grande indústria 2.6.2 Produção de mais-valia relativa, educação e degradação infantil na classe trabalhadora</div><div>Capítulo 3 - Capital e educação escolar na obra de Dermeval Saviani Introdução 3.1 Crítica à concepção do saber como “meio de produção” e/ou “força produtiva” 3.2 A educação do trabalhador unilateral da manufatura na visão de Adam Smith 3.3 Taylorismo/fordismo como “expropriação do saber dos trabalhadores” 3.3.1 Questões ontológicas e históricas sobre a “desapropriação do saber” dos trabalhadores 3.3.2 A prioridade econômica do taylorismo e a sua aplicação fordista 3.4 O fetichismo sobre a reestruturação produtiva: consequêcias para as teorias educacionais 3.4.1 As bases do amálgama lógico-formal 3.4.2 Ilusões sobre as “virtualidades” da polivalência toyotista e da tecnologia de base microeletrônica 3.4.3 Reestruturação produtiva de base microeletrônica e educação formal: alguns questionamentos 3.5 A construção da hegemonia contrassistêmica nas instituições sistêmicas: o caso das instituições formais de educação 3.6 O “trabalho como princípio educativo”: objeções concretas no capitalismo 3.6.1 Trabalho e educação como categorias ontologicamente distintas 3.6.2 A educação como “trabalho não-material”: simbiose entre idealismo e empirismo sensitivo 3.6.3 “O trabalho como princípio educativo”: objeções basilares 3.6.4 O trabalho pode ser o princípio educativo de uma teoria educacional voltada à superação da sociedade atual? 3.7 Proposições politicistas e descaminhos propositivos</div><div>3.8 Atividades educativas emancipadoras: pressupostos e indicações preliminares Considerações finais</div><div>Referências</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Educação contra o Capital</title><description><![CDATA[Autor: Ivo Tonet ISBN: 978-85-65999-09-0 Edição: 2ª – revista Páginas: 93 Preço: R$ 6,50 + frete Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Prefácio (trecho): Na coletânea, como um todo, Tonet registra, a exemplo do que faz, via de regra, a literatura dominante, o estado de crise em que se situa a educação. Atrela, contudo, a problemática educativa à crise estrutural do capital (atendo-se, nesse sentido, às teorizações de Mészáros). O autor busca, em última análise, no plano da<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_a3f69f530bc444a6a721d63e600da114.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/4/18/Educa%C3%A7%C3%A3o-contra-o-Capital</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/4/18/Educa%C3%A7%C3%A3o-contra-o-Capital</guid><pubDate>Sat, 18 Apr 2015 14:45:01 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_a3f69f530bc444a6a721d63e600da114.jpg"/><div>Autor: Ivo Tonet</div><div>ISBN: 978-85-65999-09-0</div><div>Edição: 2ª – revista</div><div>Páginas: 93</div><div>Preço: R$ 6,50 + frete</div><div>Prefácio (trecho): Na coletânea, como um todo, Tonet registra, a exemplo do que faz, via de regra, a literatura dominante, o estado de crise em que se situa a educação. Atrela, contudo, a problemática educativa à crise estrutural do capital (atendo-se, nesse sentido, às teorizações de Mészáros). O autor busca, em última análise, no plano da materialidade ontologicamente fundada, os determinantes dessas relações, repondo o trabalho e as relações de classe no centro do processo histórico concreto e rejeitando, sob esse prisma, uma alternativa de solução para a crise da sociabilidade contemporânea, menor que a própria superação de uma ordem social que, para reproduzir-se, deve estraçalhar sistematicamente quaisquer conexões entre os indivíduos e as possibilidades emancipatórias do gênero humano.</div><div>Sumário:</div><div>Prefácio de Susana Jimenez</div><div>Prefácio à Segunda Edição</div><div>1. Educação e Concepções de Sociedade</div><div>2. A Educação Numa Encruzilhada</div><div>3. Educação e Cidadania</div><div>4. Educar para a Cidadania ou Para a Liberdade?</div><div>5. Educação e Formação Humana</div><div>6. Universidade Pública: o Sentido da Nossa Luta</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Conversando com Lukács</title><description><![CDATA[Autor: Georg Lukács - Tradução de Giseh Vianna ISBN: 978-85-65999-25-0. Páginas: 196 1ª edição: Instituto Lukács, 2014 R$ 5,00 + Frete Orelha: O livro que o leitor tem em mãos teve sua primeira e única edição no Brasil em 1969; a antiga publicação é hoje uma raridade, mantendo-se, por isso, distante do acesso das novas gerações de leitores interessados em Lukács. A nova edição promovida pelo Instituto Lukács busca suprir essa lacuna. O que se coloca à disposição dos leitores é um livro de fértil<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_425fbc33cd7f4dd9aecceaf5292d10e9.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/4/2/Conversando-com-Luk%C3%A1cs</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/4/2/Conversando-com-Luk%C3%A1cs</guid><pubDate>Thu, 02 Apr 2015 06:34:52 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_425fbc33cd7f4dd9aecceaf5292d10e9.jpg"/><div>Autor: Georg Lukács - Tradução de Giseh Vianna</div><div>ISBN: 978-85-65999-25-0.</div><div>Páginas: 196</div><div>1ª edição: Instituto Lukács, 2014</div><div>R$ 5,00 + Frete</div><div>Orelha: O livro que o leitor tem em mãos teve sua primeira e única edição no Brasil em 1969; a antiga publicação é hoje uma raridade, mantendo-se, por isso, distante do acesso das novas gerações de leitores interessados em Lukács. A nova edição promovida pelo Instituto Lukács busca suprir essa lacuna. O que se coloca à disposição dos leitores é um livro de fértil conteúdo filosófico, e, ao mesmo tempo, um texto propedêutico à literatura do velho Lukács.</div><div>Conversando com Lukács, apesar de haver resultado de entrevistas concedidas por Lukács nos últimos anos de sua vida, não é um testamento político e filosófico, como Pensamento Vivido (Viçosa, Ad Hominem, 1999); tampouco é um registro biográfico da vida desse grande pensador. O que temos neste livro é uma rica apreciação a respeito de questões filosóficas, tais como ontologia, ciência, alienação, ética etc., e sobre problemáticas políticas e econômicas que ainda não foram superadas hoje, como os problemas relativos à consciência e à direção revolucionárias, à manipulação, ao tempo de trabalho, à revolução etc.</div><div>A abrangência dos temas tratados e a natureza fluida que toda entrevista possui podem erroneamente sugerir que Conversando com Lukács peca por superficialidade. Isso poderia ser verdade caso se tratasse de outros interlocutores e se as conversas não possuíssem um centro gravitacional que, além de conferir unidade às falas, é o fundamento que norteia toda a análise lukacsiana. Esse eixo é a concepção ontológica histórico-dialética, não metafísica e não teleológica esboçada por Lukács. Esta se encontrava, na época das entrevistas, 1966, plenamente madura no filósofo húngaro.</div><div>Neste livro Lukács responde a todas as perguntas que lhe são feitas a partir dos fundamentos ontológicos que elas próprias suscitam. Desse modo, não temos apenas uma visão de conjunto esboçada pelo pensador magiar sobre variados temas, como arte, ética, estética, revolução etc., mas também uma demonstração viva e ativa de como é possível articular questões conjunturais com seus pressupostos ontológicos.</div><div>Conversando com Lukács é, por isso, um livro organicamente estruturado, que alia o ritmo que possuem as entrevistas a uma fecunda reflexão filosófica.</div><div>Talvanes Eugênio.</div><div>Contra-capa:</div><div>Conversando com Lukács, publicado originalmente em 1967, corresponde a quatro entrevistas concedidas por Lukács, que cobrem um abrangente leque de temas: 1) questões filosóficas de fundo, que dizem respeito à ontologia e à ética; 2) questões relacionadas à superação do stalinismo e à construção de uma direção política autenticamente revolucionária; 3) questões relacionadas a problemas insuperáveis no capitalismo, como a manipulação e as diversas formas de alienação decorrentes da essência do capital. As entrevistas ocorrem no momento em que a reflexão ontológica já está madura em Lukács, o que pode ser percebido mesmo quando são abordados problemas relativos à vida cotidiana, sempre tratados aqui a partir de suas fundamentações ontológicas. Conversando com Lukács é, pois, uma reflexão baseada no acúmulo teórico de mais de seis décadas ao redor do que a humanidade de melhor produziu no campo da filosofia (dos gregos a Marx).</div><div>Conversando com Lukács marca o início da Coleção Fundamentos, uma nova linha de publicação do Instituto Lukács.</div><div>Sumário:</div><div>Nota Editorial</div><div>Ser e Consciência - Primeira Conversa</div><div>Sociedade e Indivíduo - Segunda Conversa</div><div>Elementos para uma Política Científica - Terceira Conversa</div><div>Balanço Provisório - Quarta Conversa</div><div>Índice Onomástico</div><div>Índice Remissivo</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Universidade, Ciência e Violência de Classe</title><description><![CDATA[Autor: Artur Bispo dos Santos Neto ISBN: 978-85-65999-22-9. 1ª edição: Instituto Lukács, 2014 Páginas: 164 R$ 9,00 + Frete Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Orelha: O autor da presente obra faz uma abordagem sociohistórica da ciência, da educação e da universidade, destacando sua relação com a constituição da divisão de classes originadas da expropriação do tempo de trabalho excedente. O surgimento das sociedades de classe, a partir da criação de novas formas de trabalho pautadas<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_fcc409efdbbd4db49397bae702439b7a.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/4/2/Universidade-Ci%C3%AAncia-e-Viol%C3%AAncia-de-Classe</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/4/2/Universidade-Ci%C3%AAncia-e-Viol%C3%AAncia-de-Classe</guid><pubDate>Thu, 02 Apr 2015 06:32:11 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_fcc409efdbbd4db49397bae702439b7a.jpg"/><div>Autor: Artur Bispo dos Santos Neto</div><div>ISBN: 978-85-65999-22-9.</div><div>1ª edição: Instituto Lukács, 2014</div><div>Páginas: 164</div><div>R$ 9,00 + Frete</div><div>Orelha: O autor da presente obra faz uma abordagem sociohistórica da ciência, da educação e da universidade, destacando sua relação com a constituição da divisão de classes originadas da expropriação do tempo de trabalho excedente. O surgimento das sociedades de classe, a partir da criação de novas formas de trabalho pautadas em relações desiguais entre os homens, acabou resultando no caráter de classe da educação e na criação da instituição escolar, separada da vida dos indivíduos, voltada para a formação da personalidade humana, dos valores e para o trabalho. Com isto, a educação deixou de ser uma atividade geral, inerente à própria vida, em que todos se educavam, e passou a ser uma atividade específica voltada para as classes privilegiadas da sociedade particularmente nos modos de produção escravista e feudal. Isto explica seu caráter de classe e, embora nas sociedades capitalistas hodiernas conforme o discurso oficial/estatal, a educação tenha se universalizado para amplas camadas da população, sua natureza classista permanece a mesma uma vez que o antagonismo entre capital e trabalho não foi superado. Edna Bertoldo.</div><div>Contra-capa:</div><div>Além da apropriação do conhecimento produzido pela humanidade, a educação configura-se como sistema fundamental de justificação ideológica da apropriação do trabalho excedente produzido pelos trabalhadores nas sociedades de classe.</div><div>Sumário:</div><div>Prefácio</div><div>Introdução</div><div>PRIMEIRA PARTE - CIÊNCIA E COMPLEXO MILITAR</div><div>Capítulo I - Educação e Trabalho</div><div>Capítulo II - A Ciência como Concepção de Mundo</div><div>Capítulo III - A Ciência como Brinquedo das Classes Dominantes</div><div>Capítulo IV - A Ciência e o Complexo Militar</div><div>SEGUNDA PARTE - UNIVERSIDADE E VIOLÊNCIA DE CLASSE</div><div>Capítulo V - Educação e Crise da Universidade Pública</div><div>Capítulo VI - A Repressão ao novo Movimento Estudantil Universitário</div><div>Capítulo VII - Contrarreforma e Violência contra os Jovens</div><div>Conclusão</div><div>Referências Bibliográficas</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Cadê os Operários?</title><description><![CDATA[Autor: Sergio Lessa ISBN: 978-85-65999-18-2. Edição: 1ª Edição Páginas: 96 R$ 5,50 + Frete Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Orelha: O proletariado não tem comparecido nas lutas de classe como o inimigo da burguesia o que, de fato, é. Por que? Onde se encontram os operários? Cadê os operários? explora essa questão, primeiro, expondo como, desde 1500, as classes trabalhadoras no Brasil têm conhecido uma peculiar evolução histórica. Depois, mostrando como a “aristocracia operária” é<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_7d96df33cde646be87ae386af8e1990e.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/02/Cad%C3%AA-os-Oper%C3%A1rios</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/02/Cad%C3%AA-os-Oper%C3%A1rios</guid><pubDate>Thu, 02 Apr 2015 06:30:18 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_7d96df33cde646be87ae386af8e1990e.jpg"/><div>Autor: Sergio Lessa</div><div>ISBN: 978-85-65999-18-2.</div><div>Edição: 1ª Edição</div><div>Páginas: 96</div><div>R$ 5,50 + Frete</div><div>Orelha: O proletariado não tem comparecido nas lutas de classe como o inimigo da burguesia o que, de fato, é. Por que? Onde se encontram os operários? Cadê os operários? explora essa questão, primeiro, expondo como, desde 1500, as classes trabalhadoras no Brasil têm conhecido uma peculiar evolução histórica. Depois, mostrando como a “aristocracia operária” é o resultado “natural” do desenvolvimento do capitalismo. A “República dos sindicalistas” nada mais é do que a expressão da colaboração de classe da aristocracia operária com o grande capital. Fenômeno típico dos países imperialistas centrais no século 20, essa colaboração se instalou entre nós.</div><div>Diferente do que ocorre nos países capitalistas desenvolvidos, a “República dos sindicalistas” exigiu a extinção do campesinato, tradicional reserva política das classes dominantes, e sua substituição por um jovem e inexperiente proletariado, localizado nas periferias dos centros urbanos e em pequenas cidades do interior (Toledo, no Paraná, Toritama, em Pernambuco, etc.). Um novo conjunto de contradições entre o capital e o trabalho está amadurecendo em nosso país e novas possibilidades revolucionárias se anunciam no horizonte. Esse é o objeto de Cadê os operários?.</div><div>Contra-capa:</div><div>Se o proletariado é a classe revolucionária, por que não comparece como inimigo de classe da burguesia nas lutas dos nossos dias? Por que a classe operária tem sido parte da base eleitoral dos partidos que representam o grande capital? Cadê os operários? examina essas questões partindo de uma breve análise das classes trabalhadoras no Brasil e do desenvolvimento da sua “aristocracia operária”.</div><div>Sumário:</div><div>Introdução</div><div>Capítulo I</div><div>Uma classe operária peculiar</div><div>O capital monopolista e o Imperialismo</div><div>Capítulo II</div><div>De volta ao Brasil</div><div>Capítulo III</div><div>Getúlio Vargas: o novo Brasil não tão novo</div><div>Crise estrutural e “desenvolvimentismo” petista</div><div>Capítulo IV</div><div>A “nossa” aristocracia operária e o capital</div><div>As consequências para a classe operária</div><div>Uma democracia “moderna”</div><div>Capítulo V</div><div>Cadê a classe operária?</div><div>E agora?</div><div>Bibliografia</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Lukács: Ontologia e Alienação</title><description><![CDATA[Autor: Norma Alcântara ISBN: 978-85-65999-23-6. Páginas: 176 R$ 8,50 + Frete Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Orelha: A Ontologia de Lukács, tal como ficou conhecida sua obra última Para uma Ontologia do Ser Social, reúne em um amplo universo categorial aproximações decisivas ao ser social. Neste universo, a alienação compõe com as categorias do trabalho, da reprodução e da ideologia, o cerne das reflexões mais peculiares do autor, ponto nevrálgico dessa Ontologia cuja<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_c9165f80cae24e66b86800422c24d8b5.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/02/Luk%C3%A1cs-Ontologia-e-Aliena%C3%A7%C3%A3o</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/02/Luk%C3%A1cs-Ontologia-e-Aliena%C3%A7%C3%A3o</guid><pubDate>Thu, 02 Apr 2015 06:27:37 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_c9165f80cae24e66b86800422c24d8b5.jpg"/><div>Autor: Norma Alcântara</div><div>ISBN: 978-85-65999-23-6.</div><div>Páginas: 176</div><div>R$ 8,50 + Frete</div><div>Orelha: A Ontologia de Lukács, tal como ficou conhecida sua obra última Para uma Ontologia do Ser Social, reúne em um amplo universo categorial aproximações decisivas ao ser social. Neste universo, a alienação compõe com as categorias do trabalho, da reprodução e da ideologia, o cerne das reflexões mais peculiares do autor, ponto nevrálgico dessa Ontologia cuja proximidade com o pensamento de Marx se revela a cada momento de sua exposição. O caráter inacabado da obra envolta em análises às vezes inconclusas mostra, contudo, uma riqueza inquestionável enquanto contribuição de uma ontologia materialista para o conhecimento humano a requisitar investigação interna e cuidadosa dos nexos fundamentais do ser social. Neste livro Norma Alcântara, após longo tempo de estudo, enfrenta corajosamente o desafio de expor a alienação, sua gênese, processo, caráter e peculiaridade conforme as reflexões do autor,enfatizando sua dimensão objetiva enquanto categoria surgida do mundo dos homens com todos os seus desdobramentos na história por eles construída. Enfrenta, ainda, o tortuoso tema da política trazendo esclarecimentos férteis para um objeto de tantas controvérsias. Trata-se de um texto para ser lido e debatido pela qualidade da exposição e pelos aspectos esclarecedores que contém sobre a alienação na referida obra de György Lukács.Gilmaisa M. da Costa.</div><div>Contra-capa:</div><div>Este livro se insere no debate sobre o tema da alienação, expondo a</div><div>partir da investigação de Para uma ontologia do ser social os</div><div>lineamentos gerais e fundamentais de uma teoria da alienação de</div><div>caráter marxiano, conforme a tendência do último Lukács. Parte-se</div><div>da concepção de alienação como um fenômeno cujas consequências</div><div>remetem a processos históricos nos quais os homens alienam uns aos</div><div>outros, alienando-se a si mesmos.</div><div>Sumário:</div><div>Apresentação</div><div>Introdução</div><div>Capítulo 1 - Lukács, Marx – o lugar ontológico e a essência da alienação</div><div>Capítulo 2 – Religião e política como veículos ideológicos da alienação</div><div>Capítulo 3 – Alienação e Reificação</div><div>Capítulo 4 – Capitalismo e Alienação</div><div>Bibliografia</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Anuário Lukács</title><description><![CDATA[Autoras:Gilmaisa Costa, Norma Alcantâra (organizadoras).ISBN: 978-85-65999-19-9.Edição: 1ª EdiçãoPáginas: 296R$ 6,50 + FreteOrelha: O lançamento deste primeiro Anuário pelo Instituto Lukács certamente consiste numa iniciativa ousada, como ousada foi a própria criação do referido Instituto em 2012, considerando tratar-se de uma iniciativa destituída de qualquer finalidade lucrativa e destinada à produção e à publicação de livros acessíveis ao conjunto mais amplo da população de estudantes e de<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_ff5ec25bfe06422f8460c817248d8608.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/02/Anu%C3%A1rio-Luk%C3%A1cs</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/02/Anu%C3%A1rio-Luk%C3%A1cs</guid><pubDate>Thu, 02 Apr 2015 06:22:32 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_ff5ec25bfe06422f8460c817248d8608.jpg"/><div>Autoras:Gilmaisa Costa, Norma Alcantâra (organizadoras).</div><div>ISBN: 978-85-65999-19-9.</div><div>Edição: 1ª Edição</div><div>Páginas: 296</div><div>R$ 6,50 + Frete</div><div>Orelha: O lançamento deste primeiro Anuário pelo Instituto Lukács certamente consiste numa iniciativa ousada, como ousada foi a própria criação do referido Instituto em 2012, considerando tratar-se de uma iniciativa destituída de qualquer finalidade lucrativa e destinada à produção e à publicação de livros acessíveis ao conjunto mais amplo da população de estudantes e de leitores interessados por temas filosóficos e de ciências sociais com caráter crítico e revolucionário. Apoia ainda as formas de luta contra as bárbaras condições em que se encontram, objetiva e subjetivamente, amplas parcelas da humanidade, ante o projeto de civilização construído sob o domínio do sistema do capital.</div><div>O Anuário Lukács 2014, começando pelo próprio Lukács, reúne artigos de autores nacionais e internacionais com vasta experiência e acúmulo reconhecidos e de jovens pesquisadores que, na esteira de Lukács, iniciam sua aproximação ao universo categorial do pensamento do autor. Com isso, despretensiosamente possibilita a divulgação do debate em torno de temas referentes à Estética e à Ontologia lukacsiana.</div><div>Gilmaisa Costa.</div><div>Contra-capa:</div><div>O percurso processual de Lukács em direção ao conhecimento, com formação intelectual situada basicamente no circuito centro-europeu, com circulação entre Budapeste, Berlim e Moscou, se deu em meio a um mundo marcado por duas guerras mundiais em que Lukács testemunhou também, como protagonista, a ascensão e o desgaste de processos revolucionários que atingiram seu próprio país de origem, a Hungria. As circunstâncias desfavoráveis à divulgação do seu pensamento maduro, permeadas pelo declínio do interesse pelo marxismo e por críticas um tanto mal formuladas de alguns autores do seu próprio círculo intelectual, não invalidaram, entretanto, o surgimento de iniciativas que paulatinamente ganham força na retomada de fundamentos marxianos sobre o ser social e do ser social burguês em particular, presentes em sua Ontologia.</div><div>Sumário:</div><div>Prefácio</div><div>Gran Hotel “Abismo” - György Lukács</div><div>Em Busca das Raízes da Ontologia (Marxista) de Lukács - Guido Oldrini</div><div>Comunidad y Cultura en el Joven Lukács: A Propósito del “Proyecto Dostoievski” - Miguel Vedda</div><div>A Ideologia e sua Determinação Ontológica - Ester Vaisman</div><div>Breve Nota Sobre Ontologia: Críticas e Proposições de Lukács Acerca das Relações entre Ontologia e Ciências Particulares - Ronaldo Gaspar</div><div>Trabalho e Totalidade Social: Qual o Momento Predominante da Reprodução Social? - Mariana Alves de Andrade</div><div>Gênese, Evolução e Contexto da Trajetória dos Estudos Estéticos de Georg Lukács - Adéle Cristina Braga Araujo, Deribaldo Santos e Ruth Maria de Paula Gonçalves</div><div>Lukács, Trabalho e Classes Sociais - Sergio Lessa</div><div>Introdução de Guido Oldrini L’intinerario Giovanile di Lukács dalla Cultura Borghese al Marxismo à Seção Primeira de Gyorgy Lukács e i Problemi del Marxismo del Novecento. Napoli: la Città del Sole - Tradução: Gilmaisa Costa</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Sobre El Socialismo (Espanhol)</title><description><![CDATA[Autor: Ivo Tonet 1ª Edición, 2013 ISBN: 978-85-65999-17-5 Páginas: 48 (Livro de Bolso) Preço: R$ 3,50 + FRETE Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Prefacio a la segunda edición: Socialismo o barbarie. Nunca esa afirmación tuvo tanta actualidad como hoy. Y, paradojalmente, nunca, como hoy, el socialismo estuvo tan ausente del horizonte de la humanidad. El fracasso de todas las tentativas de construcción de una sociedade socialista y el reciente desmoronamento de los llamados países<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_0268f73a203a41859ace09960d678e81.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/01/Sobre-El-Socialismo-Espanhol</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/01/Sobre-El-Socialismo-Espanhol</guid><pubDate>Wed, 01 Apr 2015 16:14:52 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_0268f73a203a41859ace09960d678e81.jpg"/><div>Autor: Ivo Tonet</div><div>1ª Edición, 2013</div><div>ISBN: 978-85-65999-17-5</div><div>Páginas: 48 (Livro de Bolso)</div><div>Preço: R$ 3,50 + FRETE</div><div>Prefacio a la segunda edición: Socialismo o barbarie. Nunca esa afirmación tuvo tanta actualidad como hoy. Y, paradojalmente, nunca, como hoy, el socialismo estuvo tan ausente del horizonte de la humanidad. El fracasso de todas las tentativas de construcción de una sociedade socialista y el reciente desmoronamento de los llamados países socialistas parecieron traer la prueba definitiva del carácter utópico de esa propuesta. Al lado de esto, las profundas transformaciones ocurridas en el proceso productivo y sus repercusiones en el conjunto de la sociedad, también parecieron quitar de escena aquel que era considerado el sujeto fundamental de una nueva revolución socialista, el proletariado. Delante de eso, parece haber restado como horizonte, para la humanidad, nada más que el perfeccionamiento del actual orden social. Pero, las profundas contradicciones inherentes al sistema capitalista continúan existiendo y, mas aún, agravándose, intensificando, cada vez mas, la desigualdad social y, con ella, los problemas sociales de todo orden. Sin ningún pesimismo, se puede afirmar que el futuro de la humanidad es extremadamente sombrío con la continuidad de Sobre el Socialismo la existencia del sistema capitalista. Se trata, por tanto, del futuro de la humanidad. De este modo, la discusión al respecto de la posibilidad y la necesidad de superación de este orden social y de la construcción de otra forma de sociabilidad, mas allá y superior al capitalismo, es de máxima urgencia. Es para eso que este pequeño libro pretende contribuir.</div><div>Sumário:</div><div>Referencias de la traducción</div><div>Prefacio a la segunda edición</div><div>Introducción</div><div>1. Lo que el socialismo no es</div><div>2. Lo que el socialismo es</div><div>2.1 Un presupuesto fundamental: el trabajo como fundamento del ser social</div><div>2.2 La sociedad capitalista</div><div>2.3 Más allá del capitalismo y del capital</div><div>3. ¿Cómo llegar allá?</div><div>Sugerencias de lectura</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Método Científico uma abordagem ontológica</title><description><![CDATA[Autor: Ivo Tonet1ª Edição, 2013ISBN: 978-85-65999-14-4Páginas: 136Disponível apenas para baixar em PDF.Clique aqui para baixar este livro grátis em PDFOrelha: Quando se fala em método científico pensa-se imediatamente na ciência moderna. Esta maneira de abordar a questão do método se tornou tão avassaladora que método científico se tornou sinônimo de método científico moderno. Por sua vez, método científico moderno se tornou sinônimo de caminho único e adequado de produzir conhecimento<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_4eede0fda5a34226b8765c61e410efe8.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/01/M%C3%A9todo-Cient%C3%ADfico-uma-abordagem-ontol%C3%B3gica</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/01/M%C3%A9todo-Cient%C3%ADfico-uma-abordagem-ontol%C3%B3gica</guid><pubDate>Wed, 01 Apr 2015 16:08:03 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_4eede0fda5a34226b8765c61e410efe8.jpg"/><div>Autor: Ivo Tonet</div><div>1ª Edição, 2013</div><div>ISBN: 978-85-65999-14-4</div><div>Páginas: 136</div><div>Disponível apenas para baixar em PDF.</div><div>Orelha: Quando se fala em método científico pensa-se imediatamente na ciência moderna. Esta maneira de abordar a questão do método se tornou tão avassaladora que método científico se tornou sinônimo de método científico moderno. Por sua vez, método científico moderno se tornou sinônimo de caminho único e adequado de produzir conhecimento verdadeiro. Nosso objetivo, nesta obra, é questionar essa abordagem, deixando claro que ela induz a um falseamento da problemática do conhecimento, com graves consequências para a compreensão da realidade social. Pretendemos mostrar que a justa compreensão da problemática do conhecimento implica tratá-lo sempre em sua articulação com o conjunto do processo histórico e social. Buscaremos, para isso, mostrar como essa questão foi pensada desde que, com a filosofia grega, teve início uma reflexão sistematizada. Procuraremos, ao mesmo tempo, expor os fundamentos das diversas abordagens que foram surgindo ao longo do processo histórico e as rupturas fundamentais que aconteceram entre elas. Esta forma de abordar a problemática do conhecimento nos permitirá, também, sustentar que Marx, respondendo às demandas essenciais da classe trabalhadora, lançou os fundamentos de um paradigma científico-filosófico radicalmente novo e que este paradigma é o que melhor permite compreender a realidade social.</div><div>Sumário:</div><div>Apresentação de Belmira Magalhães</div><div>Introdução</div><div>Capítulo 1. Dois caminhos</div><div>Capítulo 2. O padrão greco-medieval: centralidade da</div><div>objetividade</div><div>2.1 Um pressuposto fundamental</div><div>2.2 O padrão greco-medieval</div><div>Capítulo 3. O padrão moderno: centralidade da subjetividade</div><div>3.1 O surgimento do mundo moderno</div><div>3.2 Origem, natureza e função social da ciência moderna</div><div>3.3 Origem, natureza e função social das Ciências Sociais</div><div>3.4 A centralidade da subjetividade na atualidade: formas e</div><div>consequências</div><div>Capítulo 4. O padrão marxiano</div><div>4.1 Origem, natureza e função social</div><div>4.2 Natureza do método</div><div>4.2.1 Ontologia e método: questões introdutórias</div><div>4.2.2 Ontologia marxiana e ontologia greco-medieval</div><div>4.2.3 O ponto de partida e seus desdobramentos</div><div>4.3 A problemática do conhecimento</div><div>4.4 A questão do método</div><div>Conclusão</div><div>Bibligrafia</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>&quot;Livro” Didático: a simplificação e a vulgarização do conhecimento</title><description><![CDATA[Autor: Maria Lucia Paniago 1ª Edição, 2013 ISBN: 978-85-65999-15-1 Páginas: 96 Preço: R$ 6,50 + FRETE Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Orelha: É lugar comum que a educação vive uma enorme crise, que o conjunto do processo educacional vive uma decadência de já várias décadas. Em sala de aula ensina-se cada vez menos; a qualidade da formação dos professores cai tão rapidamente quanto aumenta sua carga de trabalho e diminui seu salário; a sala de aula é cada vez mais espaço de<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_281515c52ff6437e919319aa95602ae3.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/01/Livro%E2%80%9D-Did%C3%A1tico-a-simplifica%C3%A7%C3%A3o-e-a-vulgariza%C3%A7%C3%A3o-do-conhecimento</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/01/Livro%E2%80%9D-Did%C3%A1tico-a-simplifica%C3%A7%C3%A3o-e-a-vulgariza%C3%A7%C3%A3o-do-conhecimento</guid><pubDate>Wed, 01 Apr 2015 16:03:17 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_281515c52ff6437e919319aa95602ae3.jpg"/><div>Autor: Maria Lucia Paniago</div><div>1ª Edição, 2013</div><div>ISBN: 978-85-65999-15-1</div><div>Páginas: 96</div><div>Preço: R$ 6,50 + FRETE</div><div>Orelha: É lugar comum que a educação vive uma enorme crise, que o conjunto do processo educacional vive uma decadência de já várias décadas. Em sala de aula ensina-se cada vez menos; a qualidade da formação dos professores cai tão rapidamente quanto aumenta sua carga de trabalho e diminui seu salário; a sala de aula é cada vez mais espaço de confronto professor versus alunos e cada vez menos espaço pedagógico. Quando se iniciou essa crise na educação? Quais suas causas fundamentais? “Livro” Didático: a simplificação e a vulgarização do conhecimento, de Maria Lucia Paniago, tem o mérito, através de uma pesquisa sobre a involução dos livros didáticos, de mostrar como a crise do complexo educacional se relaciona com a crise do capital e com a crise do Estado. As políticas do Estado para o livro didático são, ao mesmo tempo, expressão e fator de aprofundamento da crise da educação; em outras palavras, a crise que hoje abate a educação é parte da crise mais geral do capital e do seu Estado. Argumenta a autora, com precisão, que não há possibilidade de reforma ou reformulação das políticas voltadas ao livro didático que seja capaz de enfrentar as causas da crise que envolve a sala de aula. Como tais causas residem fora da escola só podem ser enfrentadas por uma mudança revolucionária da sociedade.</div><div>Sumário:</div><div>Prefácio de Silvia Helena Andrade de Brito</div><div>Introdução</div><div>Capítulo 1 - O manual didático</div><div>1.1 As origens</div><div>1.2 O manual didático na escola pública</div><div>1.3 O Estado e as políticas públicas voltadas para</div><div>o manual didático</div><div>1.3.1 Reflexões sobre o Estado capitalista e as políticas públicas</div><div>1.3.2 As políticas do Estado</div><div>1.3.3 Das políticas públicas do Estado brasileiro para</div><div>o manual didático às ações desenvolvidas pela SEMED</div><div>de Campo Grande, MS</div><div>Capítulo 2 – Os limites do manual didático</div><div>2.1 O manual didático como mediador da relação</div><div>educativa</div><div>2.2 Os limites do manual didático</div><div>Considerações finais</div><div>Referências Bibliográficas</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Trabalho e Tempo de Trabalho na perspectiva Marxiana</title><description><![CDATA[Autor: Artur Bispo dos Santos Neto 1ª Edição, 2013 ISBN: 978-85-65999-13-7 Páginas: 168 Preço: R$ 8,50 + FRETE Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Orelha: Na quadra histórica em que vivemos, é a tirania categórica do tempo reificado do capital que torna expressiva a ação degradante do tempo sobre a existência dos indivíduos, uma vez que o capital se constitui como forma de produção de riqueza que maximiza o leitmotiv da estrutura da sociedade fundada na exploração do tempo de<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_2038572f7dbe4656a0471f6d49ccb335.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/01/Trabalho-e-Tempo-de-Trabalho-na-perspectiva-Marxiana</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/01/Trabalho-e-Tempo-de-Trabalho-na-perspectiva-Marxiana</guid><pubDate>Wed, 01 Apr 2015 16:00:48 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_2038572f7dbe4656a0471f6d49ccb335.jpg"/><div>Autor: Artur Bispo dos Santos Neto</div><div>1ª Edição, 2013</div><div>ISBN: 978-85-65999-13-7</div><div>Páginas: 168</div><div>Preço: R$ 8,50 + FRETE</div><div>Orelha: Na quadra histórica em que vivemos, é a tirania categórica do tempo reificado do capital que torna expressiva a ação degradante do tempo sobre a existência dos indivíduos, uma vez que o capital se constitui como forma de produção de riqueza que maximiza o leitmotiv da estrutura da sociedade fundada na exploração do tempo de trabalho de seus produtores. Além de expropriar o tempo de trabalho dos produtores diretos e constituir uma classe parasitária que vive da expropriação do excedente produzido pelo proletariado, a lógica do capital não consegue apontar para a plenitude do sentido da vida, pois o capital está enredado na degradação da existência humana e na destruição da natureza.</div><div>É condição imprescindível da emancipação humana o desenvolvimento das forças produtivas numa perspectiva que deixe para trás os problemas decorrentes do tempo reificado do capital, pois ele comparece como elemento impeditivo do desenvolvimento das ricas potencialidades humanas e das forças naturais. É fundamental a constituição duma nova relação de produção que permita outra relação com o tempo histórico de vida dos indivíduos. Nessa perspectiva, é nodal recuperar a tradição marxiana que trata da natureza do tempo e do papel fundamental que desempenha o trabalho em qualquer forma de sociabilidade.</div><div>Sumário:</div><div>Apresentação de Ivo Tonet</div><div>Prefácio</div><div>Capítulo 1</div><div>A determinação ontológica das categorias em Hegel e Marx</div><div>segundo Lukács</div><div>Capítulo 2</div><div>Trabalho e economia em W. F. Hegel: uma abordagem</div><div>marxiana</div><div>Capítulo 3</div><div>Trabalho: teleologia e causalidade</div><div>Capítulo 4</div><div>Trabalho e liberdade</div><div>Capítulo 5</div><div>Tempo de trabalho e tempo de produção como categorias</div><div>fundamentais do capital</div><div>Capítulo 6</div><div>O tempo de trabalho como categoria fundamental</div><div>do taylorismo</div><div>Capítulo 7</div><div>Tempo de trabalho excedente como categoria central</div><div>do toyotismo</div><div>Capítulo 8</div><div>Tempo disponível da sociedade e emancipação humana</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Estética e Ética na Perspectiva Materialista</title><description><![CDATA[Autor: Artur Bispo dos Santos Neto 1ª Edição, 2013 ISBN: 978-85-65999-16-8 Páginas: 142 Preço: R$ 6,00 + FRETE Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Orelha: O presente livro tem como propósito tratar da relação entre estética e ética numa perspectiva materialista. É importante destacar que o propósito fundamental da arte é despertar a autoconsciência da humanidade, o que implica dizer que a primazia da grande obra de arte não é conferida simplesmente pela posição individual do artista<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_0ce58d1a596d455db7e31cd18b6b16c4.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/01/Est%C3%A9tica-e-%C3%89tica-na-Perspectiva-Materialista</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/01/Est%C3%A9tica-e-%C3%89tica-na-Perspectiva-Materialista</guid><pubDate>Wed, 01 Apr 2015 15:49:16 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_0ce58d1a596d455db7e31cd18b6b16c4.jpg"/><div>Autor: Artur Bispo dos Santos Neto</div><div>1ª Edição, 2013</div><div>ISBN: 978-85-65999-16-8</div><div>Páginas: 142</div><div>Preço: R$ 6,00 + FRETE</div><div>Orelha: O presente livro tem como propósito tratar da relação entre estética e ética numa perspectiva materialista. É importante destacar que o propósito fundamental da arte é despertar a autoconsciência da humanidade, o que implica dizer que a primazia da grande obra de arte não é conferida simplesmente pela posição individual do artista perante as classes sociais em disputa, mas pela forma particular como aborda os grandes problemas da humanidade.</div><div>O avanço do capitalismo tem claramente se configurado como uma inusitada guerra contra a possibilidade de estabelecimento de qualquer conexão entre estética e ética, pois a arte deve comparecer como uma forma de reflexo completamente desarticulado do mundo objetivo e da vida cotidiana. Nesse aspecto, são relevantes as reflexões desenvolvidas por Georg Lukács e Bertolt Brecht. No decorrer desta obra o leitor terá oportunidade de conhecer como as posições dos referidos marxistas estão articuladas na confirmação da necessidade de superação das relações sociais reificadas da sociedade capitalista e ainda as posições materialistas de Goethe e Diderot.</div><div>Sumário:</div><div>Apresentação de Belmira Magalhães</div><div>Introdução</div><div>Capítulo I</div><div>Estética e vida cotidiana em G. Lukács</div><div>Capítulo II</div><div>A constituição histórico-ontológica da ética</div><div>Capítulo III</div><div>Estética e “fenômeno originário” (Urphanomen) em Goethe</div><div>Capítulo IV</div><div>Catarse (Katharsis) como articulação entre estética e ética</div><div>em G. Lukács</div><div>Capítulo V</div><div>O ethos da amizade feminina em Goethe</div><div>Capítulo VI</div><div>As contradições da moral burguesa em Denis Diderot e</div><div>Bertolt Brecht</div><div>Capítulo VII</div><div>A moral das classes dominantes em Goetz von Berlichingen</div><div>de Goethe</div><div>Capítulo VIII</div><div>O cientista e o desafio ético em Bertolt Brecht</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Capital e Estado de Bem-estar: O Caráter de Classe das Políticas Públicas</title><description><![CDATA[Autor: Sergio Lessa 1ª Edição, 2013 ISBN: 978-85-65999-12-0 Páginas: 248 Preço: R$ 10,50 + FRETE Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Orelha: Um mito envolve o Estado de Bem-Estar: ele teria sido a superação do Estado "conhecido por Marx", o comitê executivo da classe dominante, por um Estado Ampliado, representante de todas as classes sociais.É esse mito que Capital e Estado de Bem-Estar - o caráter de classe das políticas públicas se propõe a examinar. Analisa as políticas públicas<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_809e2c71d45942ca96e27ce9d0a4d91b.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/01/Capital-e-Estado-de-Bemestar-O-Car%C3%A1ter-de-Classe-das-Pol%C3%ADticas-P%C3%BAblicas</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/01/Capital-e-Estado-de-Bemestar-O-Car%C3%A1ter-de-Classe-das-Pol%C3%ADticas-P%C3%BAblicas</guid><pubDate>Wed, 01 Apr 2015 15:44:44 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_809e2c71d45942ca96e27ce9d0a4d91b.jpg"/><div>Autor: Sergio Lessa</div><div>1ª Edição, 2013</div><div>ISBN: 978-85-65999-12-0</div><div>Páginas: 248</div><div>Preço: R$ 10,50 + FRETE</div><div>Orelha: Um mito envolve o Estado de Bem-Estar: ele teria sido a superação do Estado &quot;conhecido por Marx&quot;, o comitê executivo da classe dominante, por um Estado Ampliado, representante de todas as classes sociais.</div><div>É esse mito que Capital e Estado de Bem-Estar - o caráter de classe das políticas públicas se propõe a examinar. Analisa as políticas públicas voltadas à habitação, educação, emprego, processos de trabalho, segurança, integração dos sindicatos ao Estado, etc. nos principais países que conheceram o Estado de Bem-Estar. Associa os dados obtidos com uma investigação das origens históricas do Estado de Bem-Estar e com a ampliação dos direitos dos trabalhadores, principalmente na Inglaterra e na França. Com base em copiosa bibliografia, investiga o caráter de classe das políticas públicas e do Estado de Bem-Estar. A conclusão: o Estado Ampliado, em contraposição a um Estado Restrito, não passa de um mito - tal como é um mito o Estado de Bem-Estar ser tanto representante dos trabalhadores quanto da burguesia.</div><div>Capital e Estado de Bem-Estar - o caráter de classe das políticas públicas também trava um debate com os principais teóricos que trataram da questão, como Esping-Andersen e Ferran Coll, e pontua o impacto que o mito do Estado de Bem-Estar ainda traz para as ciências sociais e, em especial, para os assistentes sociais.</div><div>Sumário:</div><div>Introdução</div><div>Capítulo I – Estado de Bem-Estar: o conceito</div><div>1.Dois autores, entre muitos possíveis</div><div>2. Um axioma: a distribuição de renda</div><div>3. Cornia et alli</div><div>4. Esping-Andersen e The Three Worlds of Welfare Capitalism</div><div>Capítulo II - Saúde, moradia, educação, racismo e direitos civis, migrantes, crianças e adolescentes</div><div>1. Saúde</div><div>2. Moradia</div><div>3. Educação</div><div>3a. As universidades e o Estado de Bem-Estar</div><div>4. Racismo e direitos civis</div><div>5. Imigração e unidade dos trabalhadores</div><div>6. Crianças e adolescentes</div><div>Capítulo III – Vitória dos Trabalhadores?</div><div>1. As condições de trabalho</div><div>2. O sindicalismo de colarinho branco</div><div>3. Crescimento da aristocracia operária</div><div>4. A estratégia burguesa</div><div>5. A cooptação dos sindicatos</div><div>5.1. França</div><div>5.1.1 O campo</div><div>5.1.2 A greve de 1936</div><div>5a. Os outros países</div><div>Capítulo IV – Democratizando a democracia?</div><div>1. Ditaduras e transnacionais</div><div>2. A política externa dos EUA</div><div>3. A repressão e a tortura</div><div>Capítulo V– O que é, mesmo, o Estado de Bem-Estar?</div><div>1. A gênese do conceito</div><div>1.1. Capital Monopolista e Imperialismo</div><div>1.1.1 A Alemanha</div><div>1.1.2. A aristocracia operária e o reformismo</div><div>1.1.3. A Alemanha, novamente</div><div>1.2. O Estado carente de fundamentos</div><div>1.2.1. O “compromisso” entre capital e trabalho</div><div>Epílogo – Aos assistentes sociais</div><div>Bibliografia</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Serviço Social e Trabalho: porque o serviço social não é trabalho</title><description><![CDATA[Autor: Sergio Lessa ISBN: 978-85-65999-03-8 Edição: 2ª – revista e ampliada Páginas: 102 Preço: R$ 5,00 + frete Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Orelha: O trabalho, a categoria fundante do ser social, é o complexo que cuida da necessidade primeira e decisiva da reprodução das sociedades: a transformação da natureza nos meios de produção e de subsistência. Sem o trabalho, nenhuma sociedade pode se reproduzir.O fato de que, na sociedade capitalista, tornou-se assalariada uma enorme<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_edc7bcf6b7054e87b329811e30071e03.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/01/Servi%C3%A7o-Social-e-Trabalho-porque-o-servi%C3%A7o-social-n%C3%A3o-%C3%A9-trabalho</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/04/01/Servi%C3%A7o-Social-e-Trabalho-porque-o-servi%C3%A7o-social-n%C3%A3o-%C3%A9-trabalho</guid><pubDate>Wed, 01 Apr 2015 15:40:42 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_edc7bcf6b7054e87b329811e30071e03.jpg"/><div>Autor: Sergio Lessa</div><div>ISBN: 978-85-65999-03-8</div><div>Edição: 2ª – revista e ampliada</div><div>Páginas: 102</div><div>Preço: R$ 5,00 + frete</div><div>Orelha: O trabalho, a categoria fundante do ser social, é o complexo que cuida da necessidade primeira e decisiva da reprodução das sociedades: a transformação da natureza nos meios de produção e de subsistência. Sem o trabalho, nenhuma sociedade pode se reproduzir.</div><div>O fato de que, na sociedade capitalista, tornou-se assalariada uma enorme gama de atividades além da transformação da natureza, gera a ilusão de que todos os assalariados seriam igualmente &quot;trabalhadores&quot;. O fato de serem assalariados não significa, todavia, que sejam proletários.</div><div>Serviço Social e trabalho - porque o Serviço Social não é trabalho, a partir de textos clássicos de Marx e Lukács, argumenta a diferença entre o proletariado e os Assistentes Sociais.</div><div>Sumário:</div><div>Prefácio</div><div>Prefácio à segunda edição</div><div>Capítulo I – O Serviço Social e as Ciências Sociais</div><div>Capítulo II – A decisiva questão filosófica</div><div>Capítulo III – Trabalho e Reprodução</div><div>Capítulo IV – Contrarrevolução e classes sociais</div><div>Capítulo V – As classes sociais e os assistentes sociais</div><div>Conclusão</div><div>Anexo:</div><div>Trabalho, trabalho abstrato, trabalhadores e operários</div><div>Bibliografia</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Trabalho, Educação e Formação Humana Frente à Necessidade Histórica da Revolução</title><description><![CDATA[Autores: Edna Bertoldo, Luciano Accioly Lemos Moreira e Susana Jimenez (Orgs.) ISBN: 978-85-65999-04-5 Páginas: 239 Preço: R$ 10,00 + frete Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Orelha: Os 14 artigos que compõem a presente coletânea são produto do III Encontro Norte/Nordeste Trabalho, Educação e Formação Humana (III ENNTEFH), realizado em setembro de 2011, em Maceió, e vincula-se aos esforços que vêm sendo empreendidos pelo Grupo de Pesquisa Trabalho, Educação e Ontologia Marxiana<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_d9000ad07839416a847652e3a17fcb74.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/31/Trabalho-Educa%C3%A7%C3%A3o-e-Forma%C3%A7%C3%A3o-Humana-Frente-%C3%A0-Necessidade-Hist%C3%B3rica-da-Revolu%C3%A7%C3%A3o</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/31/Trabalho-Educa%C3%A7%C3%A3o-e-Forma%C3%A7%C3%A3o-Humana-Frente-%C3%A0-Necessidade-Hist%C3%B3rica-da-Revolu%C3%A7%C3%A3o</guid><pubDate>Tue, 31 Mar 2015 19:44:31 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_d9000ad07839416a847652e3a17fcb74.jpg"/><div>Autores: Edna Bertoldo, Luciano Accioly Lemos Moreira e Susana Jimenez (Orgs.)</div><div>ISBN: 978-85-65999-04-5</div><div>Páginas: 239</div><div>Preço: R$ 10,00 + frete</div><div>Orelha: Os 14 artigos que compõem a presente coletânea são produto do III Encontro Norte/Nordeste Trabalho, Educação e Formação Humana (III ENNTEFH), realizado em setembro de 2011, em Maceió, e vincula-se aos esforços que vêm sendo empreendidos pelo Grupo de Pesquisa Trabalho, Educação e Ontologia Marxiana (GPTEOM), do Programa de Pós-Graduação em Educação Brasileira da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), em conjunto com o Instituto de Estudos e Pesquisas do Movimento Operário da Universidade Estadual do Ceará (IMO/UECE), a Linha Marxismo, Educação e Luta de Classes do Programa de Pós-Graduação em Educação Brasileira da Universidade Federal do Ceará (E-Luta/UFC) e o Grupo dePesquisa Educação, Marxismo e Ontologia (EMO), do Campus Sertão e do Campus Arapiraca, da UFAL.</div><div>Sumário:</div><div>Apresentação</div><div>Susana Jimenez</div><div>PARTE 1 EDUCAÇÃO E A TEORIA MARXISTA DA REVOLUÇÃO</div><div>Da contestação à rendição</div><div>Sergio Lessa</div><div>Educação e revolução</div><div>Ivo Tonet</div><div>Oito indicações para a atualização de uma teoria marxista da revolução</div><div>Valério Arcary</div><div>Formação da consciência de classe em-si e para-si</div><div>Artur Bispo dos Santos Neto</div><div>Trabalho docente e luta de classes</div><div>Edna Bertoldo</div><div>Mônica Santos</div><div>PARTE 2 TRABALHO, CONHECIMENTO, EDUCAÇÃO E CRISE DO CAPITAL</div><div>Individualidade e o suposto subjetivismo da categoria alienação em Lukács</div><div>Gilmaisa Macedo da Costa</div><div>Da coerção ao “envolvimento”: forma “humanizada” de controle do capital sobre o trabalho na produção flexível?</div><div>Reivan Marinho de Souza</div><div>Trabalho, ciência e reprodução do capital</div><div>Paulo Sergio Tumolo</div><div>Cotidiano e conhecimento</div><div>Maria Norma Alcântara Brandão de Holanda</div><div>Educação, reprodução social e crise estrutural do capital</div><div>Luciano Accioly Lemos Moreira</div><div>Talvanes Eugênio Maceno</div><div>O ajuste das políticas educacionais às determinações do capital em crise: considerações iniciais sobre os rumos na América Latina</div><div>Valdemarin Coelho Gomes</div><div>PARTE 3 QUESTÃO EDUCACIONAL E A ESCOLA PÚBLICA</div><div>Educação pública, gratuita e de qualidade na perspectiva do trabalho</div><div>Vera Lúcia Jacob Chaves</div><div>O discurso da educação de qualidade produzindo efeitos de sentidos antagônicos</div><div>Maria do Socorro Aguiar de Oliveira Cavalcante</div><div>Questão social e o pauperismo na escola pública</div><div>Edlene Pimentel</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Racismo e Alienação: uma aproximação à base ontológica da temática racial</title><description><![CDATA[Autor: Uelber B. SilvaISBN: 978-85-65999-07-6Páginas: 112Disponível apenas para baixar em PDF.Clique aqui para baixar este livro grátis em PDFOrelha: Uelber B. Silva é graduado em Licenciatura Plena em História pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia − UESB e Mestre em Serviço Social pela Universidade Federal de Alagoas − UFAL. Militante marxista do Labuta – grupo político marxista de Vitória da Conquista, na Bahia –, aproximou-se da discussão da questão racial ao perceber que seus<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_50e6dabdf27242ec84b47c8633bd8115.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/31/Racismo-e-Aliena%C3%A7%C3%A3o-uma-aproxima%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-base-ontol%C3%B3gica-da-tem%C3%A1tica-racial</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/31/Racismo-e-Aliena%C3%A7%C3%A3o-uma-aproxima%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-base-ontol%C3%B3gica-da-tem%C3%A1tica-racial</guid><pubDate>Tue, 31 Mar 2015 19:42:11 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_50e6dabdf27242ec84b47c8633bd8115.jpg"/><div>Autor: Uelber B. Silva</div><div>ISBN: 978-85-65999-07-6</div><div>Páginas: 112</div><div>Disponível apenas para baixar em PDF.</div><div>Orelha: Uelber B. Silva é graduado em Licenciatura Plena em História pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia − UESB e Mestre em Serviço Social pela Universidade Federal de Alagoas − UFAL. Militante marxista do Labuta – grupo político marxista de Vitória da Conquista, na Bahia –, aproximou-se da discussão da questão racial ao perceber que seus traumas de infância e adolescência decorreram do racismo impregnado na sociedade burguesa.</div><div>O autor procurou, durante sua militância acadêmica, compreender quais eram as mediações entre o racismo e o capitalismo e, ao mesmo tempo, demonstrar a validade do marxismo para o estudo da questão racial.</div><div>Neste texto, o autor aponta algumas categorias novas para o estudo do tema como, por exemplo, a substituição do termo raça por gênero humano e a demonstração de que o racismo é uma expressão da alienação ideológica.</div><div>Esse salto de qualidade dado pelo autor na abordagem do tema não seria possível sem a contribuição de G. Lukács em sua Ontologia e os estudos sobre ideologia e personalidade desenvolvidos por sua orientadora de mestrado, Gilmaisa Macedo da Costa, o estudo da categoria de alienação efetuado por Maria Norma Alcântara, bem como no diálogo constante estabelecido com Benedito Eugênio sobre os seus estudos das relações étnico-raciais em Educação.</div><div>O texto é inovador e pode contribuir para instrumentalizar o movimento do proletariado na busca das mediações para a concretização da revolução socialista internacional.</div><div>Dayane S. Oliveira</div><div>Sumário:</div><div>Apresentação</div><div>Introdução</div><div>Capítulo I: Os fundamentos do racismo moderno</div><div>1.1 Acumulação primitiva e escravismo</div><div>1.2 Diversas abordagens históricas da escravidão</div><div>1.2.1 A visão de Mário Maestri</div><div>1.2.2 O escravismo colonial na perspectiva de Octávio Ianni</div><div>Capítulo II: Pensamento moderno e racismo</div><div>2.1 Racionalidade moderna e racismo</div><div>2.2 O debate sobre a existência de raças e seu contraponto</div><div>2.2.1 A “cientificidade” da raça</div><div>Capítulo III: Alienação e racismo</div><div>3.1 Considerações iniciais</div><div>3.2 Lukács e os caracteres da alienação</div><div>3.3 O racismo como alienação</div><div>Considerações Finais</div><div>Referências Bibliográficas</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Uma “Nova Questão Social”? Raízes materiais e humano-sociais do pauperismo de ontem e de hoje</title><description><![CDATA[Autora: Edlene Pimentel ISBN: 978-85-65999-08-3 Edição: 2ª – revista Páginas: 167 Preço: R$ 8,50 + frete Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Orelha: O livro de Edlene Pimentel é imprescindível: ocupa uma lacuna ao atualizar os argumentos de Marx e Mészáros no confronto com Rosavallon e Castel. Será difícil tratar da "questão social" no debate brasileiro, a partir de agora, sem citá-lo. O livro se distancia da vala comum de autores e text os que se propõem a pensar o mundo a partir<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_af79a7dc5a364957a2816e75ccd40a51.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/31/Uma-%E2%80%9CNova-Quest%C3%A3o-Social%E2%80%9D-Ra%C3%ADzes-materiais-e-humanosociais-do-pauperismo-de-ontem-e-de-hoje</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/31/Uma-%E2%80%9CNova-Quest%C3%A3o-Social%E2%80%9D-Ra%C3%ADzes-materiais-e-humanosociais-do-pauperismo-de-ontem-e-de-hoje</guid><pubDate>Tue, 31 Mar 2015 19:38:24 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_af79a7dc5a364957a2816e75ccd40a51.jpg"/><div>Autora: Edlene Pimentel</div><div>ISBN: 978-85-65999-08-3</div><div>Edição: 2ª – revista</div><div>Páginas: 167</div><div>Preço: R$ 8,50 + frete</div><div>Orelha: O livro de Edlene Pimentel é imprescindível: ocupa uma lacuna ao atualizar os argumentos de Marx e Mészáros no confronto com Rosavallon e Castel. Será difícil tratar da &quot;questão social&quot; no debate brasileiro, a partir de agora, sem citá-lo. O livro se distancia da vala comum de autores e text os que se propõem a pensar o mundo a partir da tese conservadora que afirma a eternidade da ordem capitalista. A posição da autora não deixa lugar a dúvidas: a favor do trabalho, contra o capital; a favor da emancipação humana, contra as alienações do mundo regido pelo capital. Além de denso e claro, é também um texto corajoso.</div><div>Sérgio Lessa</div><div>Sumário:</div><div>Apresentação</div><div>Introdução</div><div>Capítulo 1 - Marx e o sistema de causalidades do pauperismo: a lei geral da acumulação capitalista</div><div>1.1 A composição constante do capital no processo de acumulação capitalista: a crescente demanda da força de trabalho</div><div>1.2 A produtividade do trabalho social: o processo de acumulação e concentração</div><div>1.3 A constituição do Exército Industrial de reserva: emergência e crescimento de uma população relativamente supérflua</div><div>1.4 A lei geral da Acumulação Capitalista: o sistema de causalidades do pauperismo</div><div>Capítulo 2 - O Sistema do Capital e suas Crises na perspectiva de István Mészáros</div><div>2.1 Sistema do Capital: natureza e limites</div><div>2.2 A Crise Estrutural do Capital</div><div>Capítulo 3 - Mészáros: a ativação dos limites absolutos do capital e suas formas de expressão na atualidade</div><div>3.1 Antagonismo estrutural inconciliável ente o capital transnacional em expansão e os Estados nacionais</div><div>3.2 Destruição e devastação do meio ambiente: inviabilidade das condições da reprodução sociometabólica</div><div>3.3 A Luta das Mulheres pela sua emancipação: uma contradição insolúvel</div><div>3.4 Desemprego crônico: o fenômeno do pauperismo da população supérflua</div><div>Capítulo 4 - Questão Social: Pontos e Contrapontos</div><div>4.1 A visão de Robert Castel</div><div>4.2 A visão de Pierre Rosanvallon</div><div>4.3 Esboço de uma interpretação crítica da “questão social”</div><div>Considerações Finais</div><div>Bibliografia</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Mészáros e a Incontrolabilidade do Capital</title><description><![CDATA[Autora: Maria Cristina Soares Paniago ISBN: 978-85-65999-11-3 Edição: 2ª – revista e ampliada Páginas: 160 Preço: R$ 8,00 + frete Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Orelha: Quem já teve a oportunidade de ao menos folhear a mais monumental das obras de István Mészáros, Para além do capital – rumo à teoria da transição, tem alguma noção do tamanho e da envergadura das teses centrais deste que pode ser considerado o mais contundente e criativo pensador marxista contemporâneo.<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_ebf578c33c424271930c4a0084278e5a.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/31/M%C3%A9sz%C3%A1ros-e-a-Incontrolabilidade-do-Capital</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/31/M%C3%A9sz%C3%A1ros-e-a-Incontrolabilidade-do-Capital</guid><pubDate>Tue, 31 Mar 2015 19:30:21 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_ebf578c33c424271930c4a0084278e5a.jpg"/><div>Autora: Maria Cristina Soares Paniago</div><div>ISBN: 978-85-65999-11-3</div><div>Edição: 2ª – revista e ampliada</div><div>Páginas: 160</div><div>Preço: R$ 8,00 + frete</div><div>Orelha: Quem já teve a oportunidade de ao menos folhear a mais monumental das obras de István Mészáros, Para além do capital – rumo à teoria da transição, tem alguma noção do tamanho e da envergadura das teses centrais deste que pode ser considerado o mais contundente e criativo pensador marxista contemporâneo. Obviamente que, nestes termos, o enfrentamento de qualquer uma delas requer necessariamente a apreensão de todas as demais, já que este autor constitui o seu pensamento sempre em forma de síntese.</div><div>Foi, portanto, com muita coragem e determinação que Maria Cristina Soares Paniago impôs-se o desafio de realizar um estudo pioneiro e minucioso acerca da incontrolabilidade do capital, tese que além de sediar os cinco capítulos iniciais – aqueles de maior densidade filosófica - habita cada poro daquela obra.</div><div>Muito mais do que um estudo exegético, de caráter acadêmico, Maria Cristina Soares Paniago apresenta uma ferramenta indispensável a todos os que se dispuserem à luta a ser travada por uma revolução social intrinsecamente positiva, no decorrer da qual os indivíduos associados, e no controle efetivo do processo, possam transformar, de cima a baixo, as condições de sua existência social, material e, consequentemente, todo o seu modo de ser.</div><div>Maria Orlanda Pinassi, 2007.</div><div>Sumário:</div><div>NOTA À 2ª EDIÇÃO</div><div>PREFÁCIO</div><div>INTRODUÇÃO</div><div>CAPÍTULO 1 - CONCEPÇÃO MARXIANA DE CAPITAL, SEGUNDO MÉSZÁROS</div><div>1.1 Desenvolvimento Histórico do Capital ao Capitalismo</div><div>1.2 Personificações do Capital e Comando sobre o Trabalho</div><div>1.3 Exigências Reprodutivas do Sistema Orgânico do Capital</div><div>1.4 Contradições Imanentes e Natureza de Causa Sui</div><div>1.5 Esgotamento dos Ajustes Estratégicos</div><div>CAPÍTULO 2 - CRISE ESTRUTURAL E ATIVAÇÃO DOS LIMITES ABSOLUTOS DO SISTEMA DO CAPITAL</div><div>2.1 Produção Genuína e Produção Destrutiva</div><div>2.2 Crise Estrutural e Rejeição do Capital às Restrições</div><div>2.3 Fundamentos da Crise Estrutural</div><div>2.4 Ativação dos Limites Absolutos</div><div>CAPÍTULO 3 - ESTADO E CAPITAL : UMA RELAÇÃO DE COMPLEMENTARIDADE NA BASE MATERIAL</div><div>3.1 Por que a necessidade do Estado Moderno?</div><div>3.2 Ação Corretiva e Coesiva do Estado Moderno</div><div>3.3 Elementos Constitutivos da Reciprocidade Dialética entre Estado e Capital</div><div>3.4 Defeitos Estruturais do Sistema do Capital</div><div>3.5 Diferenças Estruturais de Funções</div><div>CAPÍTULO 4 - DESAFIO HISTÓRICO DA OFENSIVA SOCIALISTA</div><div>4.1 Fracasso do Reformismo e Luta Emancipatória do Trabalho</div><div>4.2 Política Defensiva , Parlamento e o Poder Material do Capital</div><div>4.3 Condições Objetivas da Ofensiva Socialista</div><div>4.4 Sujeito Ativo da Alternativa Socialista</div><div>CAPÍTULO 5 - INCONTROLABILIDADE DO CAPITAL</div><div>5.1 Fundamentos Ontológicos da Incontrolabilidade do Capital</div><div>5.2 Unidades Industriais e a Questão do Controle sobre o Sistema Global</div><div>5.3 Concepções Existentes de Controle</div><div>5.4 O Sistema do Capital é Irreformável e Incontrolável</div><div>CONCLUSÃO</div><div>BIBLIOGRAFIA</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Marx, Mészáros e o Estado</title><description><![CDATA[Autoras: Edivânia Melo, Maria Cristina Soares Paniago (Org.) e Mariana Alves de Andrade ISBN: 978-85-65999-00-7 Páginas: 80 Preço: R$ 6,50 + frete Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Apresentação (trecho): Os artigos que compõem esta coletânea têm o propósito de contribuir para a compreensão da função do Estado no capitalismo, particularmente, em seu estágio de crise estrutural. É sob a ação legal e repressiva do Estado que a generalização e o fortalecimento das lutas dos<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_a205e1db0bca4705847c9298001818d3.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/31/Marx-M%C3%A9sz%C3%A1ros-e-o-Estado</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/31/Marx-M%C3%A9sz%C3%A1ros-e-o-Estado</guid><pubDate>Tue, 31 Mar 2015 19:27:16 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_a205e1db0bca4705847c9298001818d3.jpg"/><div>Autoras: Edivânia Melo, Maria Cristina Soares Paniago (Org.) e Mariana Alves de Andrade</div><div>ISBN: 978-85-65999-00-7</div><div>Páginas: 80</div><div>Preço: R$ 6,50 + frete</div><div>Apresentação (trecho): Os artigos que compõem esta coletânea têm o propósito de contribuir para a compreensão da função do Estado no capitalismo, particularmente, em seu estágio de crise estrutural. É sob a ação legal e repressiva do Estado que a generalização e o fortalecimento das lutas dos trabalhadores encontra maior resistência.</div><div>O Estado tem sido conceituado das formas mais variadas. Não há um consenso sobre seu papel entre os liberais. Na tradição marxista, está em causa se a função social do Estado analisada por Marx se manteria no capitalismo contemporâneo. Muitos consideram ultrapassada a clássica afirmação de Engels, em A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado, de que, com as revoluções burguesas, a classe então economicamente dominante se tornou politicamente dominante ao tomar posse do Estado. Outros ainda postulam que o Estado teria mudado sua natureza e estaria aberto à participação democrática de todas as classes, podendo, portanto, atender suas reivindicações vitais a depender da força acumulada por cada classe na disputa com as outras. Tais abordagens têm contribuído para confinar os embates dos trabalhadores nos limites da legalidade e da pseudoparticipação democrática, esgotando as energias combativas dos trabalhadores.</div><div>Os desafios postos pelo capitalismo em crise aos que lutam contra a exploração do trabalho exigem um exame crítico apurado da trajetória da relação entre o Estado e a luta emancipatória dos trabalhadores. Requerem o exame dos limites, das mistificações teóricas liberais como, também, marxistas vulgares. Para isso nada mais urgente que resgatar a crítica ontológica do Estado e do capital de Marx e Mészáros, com a contribuição de Engels, Lenin, Lukács e Rosa de Luxemburgo. É este o conteúdo que articula os textos desta coletânea.</div><div>Sumário:</div><div>Apresentação</div><div>1. De Marx a Mészáros: a inseparável relação entre o Estado e a reprodução do capital</div><div>Mariana Alves de Andrade</div><div>2. Os limites objetivos da política parlamentar no sistema do capital</div><div>Edivânia Melo</div><div>3. Keynesianismo, Neoliberalismo e os antecedentes da “crise” do Estado</div><div>Maria Cristina Soares Paniago</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Abaixo a Família Monogâmica!</title><description><![CDATA[Autor: Sergio Lessa ISBN: 978-85-65999-10-6 Páginas: 112 Preço: R$ 7,00 + frete Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Orelha: Na época de Marx e Engels, a plataforma da revolução socialista não se limitava à superação da propriedade privada, da exploração do homem pelo homem e do Estado. Incluía, em pé de igualdade, a superação da família monogâmica. A razão desta inclusão está em que o patriarcalismo é fundado pela propriedade privada.Abaixo a família monogâmica! se propõe a<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_36e865f69453483cbd3a6b2cbde05d03.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/31/Abaixo-a-Fam%C3%ADlia-Monog%C3%A2mica</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/31/Abaixo-a-Fam%C3%ADlia-Monog%C3%A2mica</guid><pubDate>Tue, 31 Mar 2015 19:20:32 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_36e865f69453483cbd3a6b2cbde05d03.jpg"/><div>Autor: Sergio Lessa</div><div>ISBN: 978-85-65999-10-6</div><div>Páginas: 112</div><div>Preço: R$ 7,00 + frete</div><div>Orelha: Na época de Marx e Engels, a plataforma da revolução socialista não se limitava à superação da propriedade privada, da exploração do homem pelo homem e do Estado. Incluía, em pé de igualdade, a superação da família monogâmica. A razão desta inclusão está em que o patriarcalismo é fundado pela propriedade privada.</div><div>Abaixo a família monogâmica! se propõe a recuperar esta tese dos revolucionários do século 19, Marx e Engels à frente. Argumenta que, tal como a sociedade de classe impossibilita hoje o pleno desenvolvimento humano, a família monogâmica é hoje um enorme obstáculo ao desenvolvimento amoroso e afetivo de todos nós.</div><div>Sumário:</div><div>Introdução</div><div>Parte I – A origem da família monogâmica</div><div>Capítulo I - A sociedade primitiva e a família comunal</div><div>Capítulo II - A revolução neolítica e as classes</div><div>Capítulo III - O masculino e o feminino</div><div>Parte II – A crise da família monogâmica</div><div>Capítulo IV - O desenvolvimento da humanidade</div><div>Capítulo V - O amor individual sexuado</div><div>Capítulo VI - A crise da sociedade de classes: amor e tragédia</div><div>Capítulo VII - A família burguesa</div><div>Conclusão</div><div>Bibliografia</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Indivíduo e Sociedade: sobre a teoria de personalidade em Georg Lukács</title><description><![CDATA[Autora: Gilmaisa Macedo da Costa ISBN: 978-85-65999-06-9 Edição: 2ª – revista Páginas: 144 Preço: R$ 7,00 + frete Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Orelha: Georg Lukács é um autor surpreendente. Para a Ontologia do Ser Social, sua inacabada obra da maturidade, tem o traço peculiar à produção dos grandes autores. Forjada em anos de dedicação ao estudo dos clássicos e ao debate com seus contemporâneos traz problemas novos e instigantes, impondo ao investigador a permanente condição<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_4472176641a54632ab72f9001c015546.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/31/Indiv%C3%ADduo-e-Sociedade-sobre-a-teoria-de-personalidade-em-Georg-Luk%C3%A1cs</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/31/Indiv%C3%ADduo-e-Sociedade-sobre-a-teoria-de-personalidade-em-Georg-Luk%C3%A1cs</guid><pubDate>Tue, 31 Mar 2015 19:07:23 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_4472176641a54632ab72f9001c015546.jpg"/><div>Autora: Gilmaisa Macedo da Costa</div><div>ISBN: 978-85-65999-06-9</div><div>Edição: 2ª – revista</div><div>Páginas: 144</div><div>Preço: R$ 7,00 + frete</div><div>Orelha: Georg Lukács é um autor surpreendente. Para a Ontologia do Ser Social, sua inacabada obra da maturidade, tem o traço peculiar à produção dos grandes autores. Forjada em anos de dedicação ao estudo dos clássicos e ao debate com seus contemporâneos traz problemas novos e instigantes, impondo ao investigador a permanente condição de perceber temas e nuances deixados à margem por muitos estudiosos, assuntos inéditos ou a recriação em novas bases de tantos outros muitas vezes já tratados. A existência de uma apreensão da individualidade articulada à sociedade e à classe social foi identificada de forma pioneira por Guido Oldrini, ao descobrir na obra o conceito de “pessoa”. Nossa pretensão neste livro é expor o mais aproximadamente possível os nexos ontológicos decisivos na configuração da personalidade que se encontra na Ontologia de Lukács. Entendemos que a contribuição desse autor à temática é fundamental para aqueles que têm interesse pela investigação do ser social enquanto ser em seu universo histórico categorial mais decisivo. Expressa seu significado para a elevação do ser humano de mera singularidade individual à condição de gênero humano-social, no sentido da constituição de uma história efetivamente humana.</div><div>Sumário:</div><div>Apresentação Introdução</div><div>Capítulo 1: Bases Ontológicas da Personalidade 1.1 Trabalho e ser social 1.2 Objetivação/exteriorização e personalidade</div><div>Capítulo 2: Processo de Individuação e Personalidade 2.1 Personalidade, substância e alternativa 2.2 Vida cotidiana, valoração e personalidade 2.3 Valores, luta de classes e personalidade</div><div>Capítulo 3: Gênero Humano e Personalidade Autêntica 3.1 Sexualidade, gênero humano e personalidade 3.2 Consciência, gênero humano e personalidade autêntica</div><div>Considerações Finais Bibliografia</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Proletariado e Sujeito Revolucionário</title><description><![CDATA[Autor: Sergio Lessa e Ivo Tonet ISBN: 978-85-65999-02-1 Páginas: 110 Preço: R$ 7,00 + frete Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Orelha: O fato de vivermos um longo período histórico sem revoluções que abalem a ordem burguesa disseminou a ilusão de que o proletariado teria desaparecido ou, então, que não mais seria o sujeito revolucionário. Com base na determinação ontológica das classes (Marx, Lukács) a partir do local que ocupam na estrutura produtiva, este texto procura argumentar<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_c32129e3e6464019a488459d8a059430.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/30/Proletariado-e-Sujeito-Revolucion%C3%A1rio</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/30/Proletariado-e-Sujeito-Revolucion%C3%A1rio</guid><pubDate>Mon, 30 Mar 2015 02:16:19 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_c32129e3e6464019a488459d8a059430.jpg"/><div>Autor: Sergio Lessa e Ivo Tonet</div><div>ISBN: 978-85-65999-02-1</div><div>Páginas: 110</div><div>Preço: R$ 7,00 + frete</div><div>Orelha: O fato de vivermos um longo período histórico sem revoluções que abalem a ordem burguesa disseminou a ilusão de que o proletariado teria desaparecido ou, então, que não mais seria o sujeito revolucionário. Com base na determinação ontológica das classes (Marx, Lukács) a partir do local que ocupam na estrutura produtiva, este texto procura argumentar que: 1) o proletariado continua sendo a classe que produz toda a riqueza da sociedade contemporânea e, 2) é a única classe cuja emancipação da exploração de que é alvo pode se constituir na emancipação de toda humanidade. Proletariado e sujeito revolucionário argumenta que o proletariado continua sendo o sujeito por excelência da única revolução capaz de superar o capital: a revolução comunista.</div><div>Sumário:</div><div>Introdução</div><div><div>Capítulo I – A gênese das classes sociais Capítulo II – As classes sociais na história Capítulo III – Burgueses e proletários Capítulo IV – Burgueses, proletários e trabalhadores Capítulo V – Emancipação política, democracia e cidadania Capítulo VI – O que é uma classe revolucionária Capítulo VII – A revolução proletária Capítulo VIII – Possibilidade e necessidade da revolução proletária Capítulo IX – A crise contemporânea</div><div>Capítulo X – O “fim” do proletariado Capítulo XI – A atualidade de Marx e Engels</div></div><div>Conclusão Bibliografia</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Sobre o Socialismo</title><description><![CDATA[Autor: Ivo Tonet ISBN: 978-85-65999-05-2 Edição: 2ª Páginas: 46 (livro de bolso) Preço: R$ 5,00 + frete Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Prefácio: Socialismo ou barbárie. Nunca essa afirmação teve tanta atualidade como hoje. E, paradoxalmente, nunca, como hoje, o socialismo esteve tão ausente do horizonte da humanidade. O fracasso de todas as tentativas de construção de uma sociedade socialista e o recente desmoronamento dos chamados países socialistas pareceram trazer a prova<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_d8307b60eb6349d18c1eb736559a64a7.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/30/Sobre-o-Socialismo</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/30/Sobre-o-Socialismo</guid><pubDate>Mon, 30 Mar 2015 02:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_d8307b60eb6349d18c1eb736559a64a7.jpg"/><div>Autor: Ivo Tonet</div><div>ISBN: 978-85-65999-05-2</div><div>Edição: 2ª</div><div>Páginas: 46 (livro de bolso)</div><div>Preço: R$ 5,00 + frete</div><div>Prefácio: Socialismo ou barbárie. Nunca essa afirmação teve tanta atualidade como hoje. E, paradoxalmente, nunca, como hoje, o socialismo esteve tão ausente do horizonte da humanidade. O fracasso de todas as tentativas de construção de uma sociedade socialista e o recente desmoronamento dos chamados países socialistas pareceram trazer a prova definitiva do caráter utópico dessa proposta. Ao lado disto, as profundas transformações acontecidas no processo produtivo e seus rebatimentos no conjunto da sociedade, também pareceram tirar de cena aquele que era considerado o sujeito fundamental de uma revolução socialista, o proletariado. Diante disso, parece nada mais ter restado como horizonte, para a humanidade, senão o aperfeiçoamento da atual ordem social. Mas, as profundas contradições inerentes ao sistema capitalista continuam a existir e, mais ainda, a se agravar, intensificando, cada vez mais, a desigualdade social e, com ela, os problemas sociais de toda ordem. Sem nenhum pessimismo, pode-se afirmar que o futuro da humanidade é extremamente sombrio com a continuidade da existência do sistema capitalista. Trata-se, portanto, do futuro da humanidade. Deste modo, a discussão a respeito da possibilidade e da necessidade de superação desta ordem social e da construção de uma outra forma de sociabilidade, para além e superior ao capitalismo, é da máxima urgência. É para isso que esse pequeno livro pretende contribuir.</div><div>Sumário:</div><div>Prefácio à segunda edição</div><div>Introdução</div><div>1. O que o socialismo não é</div><div>2. O que o socialismo é 2.1 Um pressuposto fundamental: o trabalho como fundamento do ser social 2.2 A sociedade capitalista 2.3 Para além do capitalismo e do capital</div><div>3. Como chegar lá?</div><div>Sugestões de leitura</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>MUNDO DOS HOMENS: trabalho e ser social</title><description><![CDATA[Autor: Sergio Lessa ISBN: 978-85-65999-01-4 Edição: 3ª – revista e corrigida Páginas: 254 Preço: R$ 8,00 + frete Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Orelha: É um verdadeiro prazer para um estudioso europeu se deparar com um livro como este de Sergio Lessa. Na Europa, após 1989, os estudos que se referem ao socialismo estão sob uma forte contração. É necessário voltar-se à América Latina, notadamente ao Brasil, para encontrar ainda intacto, talvez fortalecido, o zelo dos estudos e<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_a99882c4919a4456aee233feb8f41158.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/30/MUNDO-DOS-HOMENS-trabalho-e-ser-social</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/30/MUNDO-DOS-HOMENS-trabalho-e-ser-social</guid><pubDate>Mon, 30 Mar 2015 01:21:45 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_a99882c4919a4456aee233feb8f41158.jpg"/><div>Autor: Sergio Lessa</div><div>ISBN: 978-85-65999-01-4</div><div>Edição: 3ª – revista e corrigida</div><div>Páginas: 254</div><div>Preço: R$ 8,00 + frete</div><div>Orelha: É um verdadeiro prazer para um estudioso europeu se deparar com um livro como este de Sergio Lessa. Na Europa, após 1989, os estudos que se referem ao socialismo estão sob uma forte contração. É necessário voltar-se à América Latina, notadamente ao Brasil, para encontrar ainda intacto, talvez fortalecido, o zelo dos estudos e pesquisas de há um tempo, zelo do qual o livro de Lessa está entre os exemplos mais felizes. Bom conhecedor e divulgador da última grande obra teórica de Lukács, Para uma ontologia do ser social, Lessa tem a capacidade e a inteligência de ligar o estudo da teoria às suas repercussões sobre a prática, sobre os problemas da vida dos homens, sobre a sociedade em geral. AOntologia de Lukács aponta no trabalho o modelo de toda prática social; Lessa tira disto inspiração para argumentar com perícia acerca de todo o complexo problemático (valoração, alienação, liberdade, etc.) que socialmente procede deste modelo. Deste modo seu livro vai ao encontro de variados interesses: não apenas aos interesses do público universitário e dos especialistas, mas também daqueles que buscam no livro, que fornece de modo muito especial, sugestões relativas à perspectiva de transformação da vida da sociedade.</div><div>21 de Fevereiro de 2000</div><div>Guildo Oldrini</div><div>Introdução Capítulo I – Centralidade do trabalho: qual centralidade, qual trabalho?  Capítulo II – A ontologia de Lukács  Capítulo III – Teleologia, causalidade e objetivação  Capítulo IV – Teleologia, causalidade e conhecimento  Capítulo V – Trabalho, valoração e exteriorização (Entäusserung) Capítulo VI – Trabalho, valoração e alienação (Entfremdung) Capítulo VII – Trabalho e liberdade Capítulo VII – Lukács versus Habermas  Conclusão  Bibliografia</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Marx e a Divisão do Trabalho no Capitalismo</title><description><![CDATA[Autor: Liana França Dourado Barradas ISBN: 978-85-65999-20-5. Páginas: 164 1ª edição: Instituto Lukács, 2014 R$ 9,00 + Frete Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Orelha: Conhecemos obras de Marx e Engels que Lenin e Rosa Luxemburg nem sabiam da existência. Podemos conhecer, muito melhor do que há um século, suas ideias. E, todavia, nunca as conhecemos tão pouco. Suas obras, com frequência, servem de "mote" para teorias as mais descabidas. De Antonio Negri a Slavoj Žižek, de Gerard<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_c3175899dfd34eb5911f584cc66ca220.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/03/Marx-e-a-Divis%C3%A3o-do-Trabalho-no-Capitalismo</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/03/Marx-e-a-Divis%C3%A3o-do-Trabalho-no-Capitalismo</guid><pubDate>Tue, 03 Mar 2015 13:52:46 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_c3175899dfd34eb5911f584cc66ca220.jpg"/><div>Autor: Liana França Dourado Barradas</div><div>ISBN: 978-85-65999-20-5.</div><div>Páginas: 164</div><div>1ª edição: Instituto Lukács, 2014</div><div>R$ 9,00 + Frete</div><div>Orelha: Conhecemos obras de Marx e Engels que Lenin e Rosa Luxemburg nem sabiam da existência. Podemos conhecer, muito melhor do que há um século, suas ideias. E, todavia, nunca as conhecemos tão pouco. Suas obras, com frequência, servem de &quot;mote&quot; para teorias as mais descabidas. De Antonio Negri a Slavoj Žižek, de Gerard Cohen a Enrique Dussel: com algum exagero, pode-se dizer que há tantos &quot;Marxs&quot; e &quot;Engels&quot; quanto comentadores! As interpretações não apenas são diferentes, são mesmo antagônicas!Marx e a divisão do trabalho no capitalismo realiza o oposto: nos oferece um quadro de todas as passagens em que Marx aborda a questão da divisão do trabalho no Livro I de O Capital. Sempre cotejando com a 4ª. edição alemã, o texto articula em um panorama preciso e articulado as teses de Marx acerca do papel social da divisão do trabalho na sociedade capitalista e nas sociedades pré-capitalistas, sua relação com os processos de alienação e assim por diante. Contra a confusão instalada na interpretação de Marx e Engels, Liana Barradas nos coloca em contato direto com o texto de Marx: que contribuição para a luta revolucionária! Sergio Lessa.</div><div>Contra-capa:</div><div>Marx e a divisão do trabalho no capitalismo nos oferece um quadro preciso de todas as passagens do Livro I de O Capital (o único, sabemos, deixado acabado e revisto pelo autor) em que Marx aborda a divisão social do trabalho. Liana França Dourado Barradas nos coloca em contato com o texto marxiano, possibilitando um quadro preciso da crítica de Marx, no momento de sua maturidade teórica, à divisão do trabalho.</div><div>Sumário:</div><div>ApresentaçãoIntroduçãoCapítulo I- Os aspectos gerais da divisão do trabalhoCapítulo II - O modo de produção capitalista e a divisão do trabalho: da manufatura à grande indústriaCapítulo III - A função social da divisão do trabalho no capitalismoConsiderações FinaisReferências Bibliográficas</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A Necessidade da Educação Física na Escola</title><description><![CDATA[Autor: Rosângela Aparecida Mello ISBN: 978-85-65999-24-3 Páginas: 204 1ª edição: Instituto Lukács, 2014 R$ 9,00 + Frete Clique aqui para baixar este livro grátis em PDF Orelha: A defesa da Educação Física escolar é feita, predominantemente, a partir de uma pressuposta dicotomia entre corpo e mente, objetividade e subjetividade, teoria e prática. Essa dicotomia, típica de diversos matizes do pensamento pós-moderno, tem seu fundamento no pensamento liberal clássico e nas concepções religiosas. Em<img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_b335798ffb584a2cafed769ddfd69032.jpg"/>]]></description><link>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/03/A-Necessidade-da-Educa%C3%A7%C3%A3o-F%C3%ADsica-na-Escola</link><guid>http://www.institutolukacs.com.br/single-post/2015/03/03/A-Necessidade-da-Educa%C3%A7%C3%A3o-F%C3%ADsica-na-Escola</guid><pubDate>Tue, 03 Mar 2015 13:48:44 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/46e7eb_b335798ffb584a2cafed769ddfd69032.jpg"/><div>Autor: Rosângela Aparecida Mello</div><div>ISBN: 978-85-65999-24-3</div><div>Páginas: 204</div><div>1ª edição: Instituto Lukács, 2014</div><div>R$ 9,00 + Frete</div><div>Orelha: A defesa da Educação Física escolar é feita, predominantemente, a partir de uma pressuposta dicotomia entre corpo e mente, objetividade e subjetividade, teoria e prática. Essa dicotomia, típica de diversos matizes do pensamento pós-moderno, tem seu fundamento no pensamento liberal clássico e nas concepções religiosas. Em última instância, renuncia à crítica dos fundamentos da ordem burguesa.A necessidade da Educação Física na escola polemiza com tais concepções. Abandonando o universo conservador-dicotômico, postula uma estratégia de defesa da Educação Física escolar a partir de sua necessidade histórica. Necessidades são construídas pelos homens e, portanto, são históricas e transitórias.Em uma sociedade de classes, as necessidades tendem a ser antagônicas. Logo, é necessário perguntar qual o projeto histórico que defendemos para o futuro. Nos termos teóricos e políticos do materialismo histórico fundado por Marx e Engels, a necessidade da Educação Física (como de qualquer outro complexo social) é a emancipação humana, ou seja, a superação radical da ordem do capital.Em poucas palavras: do conservador universo dicotômico corpo-mente para o emancipador universo das necessidades históricas. Esta é a alteração proposta, pela autora, para defesa revolucionária da Educação Física escolar.</div><div>Sergio Lessa.</div><div>Contra-capa:</div><div>Este livro polemiza com algumas das teses matriciais predominantes na área da educação física. Teses essas que postulam a prevalência estratégica da defesa da Educação Física escolar a partir da sua legitimidade nas instituições de ensino. O marco teórico hegemônico da área centra-se em diversos matizes do pensamento pós-moderno, que afirmam equivocadamente os pressupostos fundados na dicotomia entre corpo e mente, objetividade e subjetividade e teoria e prática. A consequência decisiva desse posicionamento é, em última instância, a renúncia explicita ou implícita à crítica aos fundamentos da ordem social do capital. Contrapondo-se a essas formulações teórico-práticas, o livro faz a defesa da Educação Física na escola por sua necessidade histórica. Necessidades históricas são construídas pelos homens em seu processo de desenvolvimento e, portanto, são necessidades transitórias. Em uma sociedade de classes as necessidades são, em regra, antagônicas. Logo, é necessário perguntar qual é o projeto histórico que objetivamos. Nos termos teóricos e políticos do materialismo histórico fundado por Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895), que embasam as formulações postas no livro, trata-se de afirmar que a necessidade histórica da Educação Física ou de qualquer complexo social é a emancipação humana, ou seja, a superação radical da ordem social do capital.</div><div>Sumário:</div><div>Introdução</div><div> Capítulo 1 - A práxis legitimadora da educação física na escola Capítulo 2 - A gênese ontológica da educação física Capítulo 3 - A natureza da educação Capítulo 4 - A gênese e o desenvolvimento da educação física moderna Capítulo 5 - A educação física e a reestruturação produtiva contemporânea Considerações finais Bibliografia</div></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>