O Revolucionário e o Estudo: por quê não estudamos?

Autor: Sergio Lessa


ISBN: 978-85-65999-21-2.


Páginas: 120


1ª edição: Instituto Lukács, 2014


R$ 6,50 + Frete


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Orelha: Conforme as gerações de revolucionários se sucedem, cresce a ignorância entre seus membros. Os revolucionários da geração de Marx e Rosa Luxemburg conheciam Marx e Engels, a filosofia clássica e a história, além de conviverem com os grandes debates no interior da II Internacional. Passadas poucas décadas, já não se conhecia tanto a filosofia, mas mantinha-se o contato com o fundamental de Marx e Engels. Ao redor dos anos de 1940, os manuais começam a substituir Marx, Engels e Lenin – a filosofia e a historiografia já estão quase abandonadas. Nos anos de 1960, os revolucionários deixaram de estudar os clássicos. Marx e Engels são citados cada vez mais protocolarmente.Ao chegarmos aos nossos dias, os revolucionários não estudam e sequer leem jornais diários! E muito dessa trajetória foi realizada sob a bandeira leninista: “Sem teoria revolucionária não há movimento revolucionário”!Como isso foi possível? Quais as forças sociais que impulsionam essa reprodução ampliada da ignorância entre os revolucionários? Como combatê-las? Enfim: o que é o estudo, para o revolucionário, nos dias de hoje? Essas são as questões centrais de O Revolucionário e o Estudo.

Contra-capa:

“Sem teoria revolucionária não há movimento revolucionário”. Todos concordam com essa tese de Lenin. Contudo, nos partidos e nas organizações revolucionárias os processos de “formação” não vão além da doutrinação (que nada tem a ver com o estudo revolucionário). Por outro lado, os indivíduos, mesmo quando sinceramente desejam, não conseguem estudar. Por que isso é assim? Como enfrentar essa situação? Como estudar, hoje? O que significa produzir uma teoria revolucionária em nossos dias?


Sumário:


Introdução PARTE I - POR QUE NÃO ESTUDAMOS? Capítulo I - O estudo e o momento histórico Somos o que fazemos Um cotidiano “alérgico” ao estudo Capítulo II - O reformismo e o estudo As derrotas revolucionárias Capítulo III - Vida cotidiana e o estudo As nossas experiências “de formação” Não há meio-termo: tudo ou nada! Recuo e tragédia PARTE II - A PRÁTICA DO ESTUDO Capítulo IV - A importância da ortodoxia Capítulo V - Os clássicos e a história A ciência da história Como não estudar: os intelectuais e a universidade Capítulo VI - Um pouco de técnica A leitura imanente Por onde se iniciar? Conclusão Anexo I - Crítica ao praticismo revolucionário Um pouco de história A práxis stalinista e o novo militante Semprún tinha razão: a “dialética” se transformou na arte do embuste O voluntarismo O praticista e a teoria: o caso brasileiro Por que “Sem teoria revolucionária não há revolução”? Conclusão Anexo II - Roteiro para o estudo da história Bibliografia PARTE I - POR QUE NÃO ESTUDAMOS? Capítulo I - O estudo e o momento histórico Somos o que fazemos Um cotidiano “alérgico” ao estudo Capítulo II - O reformismo e o estudo As derrotas revolucionárias Capítulo III - Vida cotidiana e o estudo As nossas experiências “de formação” Não há meio-termo: tudo ou nada! Recuo e tragédia PARTE II - A PRÁTICA DO ESTUDO Capítulo IV - A importância da ortodoxia Capítulo V - Os clássicos e a história A ciência da história Como não estudar: os intelectuais e a universidade Capítulo VI - Um pouco de técnica A leitura imanente Por onde se iniciar? Conclusão Anexo I - Crítica ao praticismo revolucionário Um pouco de história A práxis stalinista e o novo militante Semprún tinha razão: a “dialética” se transformou na arte do embuste O voluntarismo O praticista e a teoria: o caso brasileiro Por que “Sem teoria revolucionária não há revolução”? Conclusão Anexo II - Roteiro para o estudo da história Bibliografia

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